Autor: Luisa Vieira

Professor da UFRJ denuncia sequestro indimidatório

O professor Paulo Baía (Ciência Política –UFRJ) deu uma entrevista ao jornal O Globo, publicado em 18.07, na qual faz algumas crítica à PM. No dia seguinte denunciou que foi vítima de um sequestro relâmpago. “Disseram para eu não dar mais nenhuma entrevista como a de hoje no GLOBO e para que eu não falasse mais nada da PM, porque, se eu falasse, seria a última entrevista que eu daria na vida”, Conta.

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Químicos divulgam entrevista sobre Adoniran Barbosa e Demônios da Garoa

Para comemorar o centenário de Adoniran Barbosa, que aconteceria em agosto, o Sindicato Químicos Unificados de Campinas, Osasco, Vinhedo, Valinhos e Região entrevistou o músico e integrante do grupo Demônios da Garoa, Izael Caldeira. Nascido em Valinhos, uma das bases do sindicato, Adoniran cantou o dia a dia e a boemia paulistana. “O Demônios era um grupo vocal como tantos outros que existiam na época, inclusive imitava outros grupos. Foi a parceria com o Adoniran que deu identidade para o grupo, a partir dai é que o Demônios encontrou seu estilo”, explica Izael Caldeira. A entrevista é um bom exemplo de como a valorização da cultura popular tem muito a ver com a luta do sindicato e deve ser também uma preocupação dos trabalhadores.

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“O Som ao Redor”: a tranquilidade que antecipa a explosão

[Por Sérgio Domingues] O filme “O Som ao Redor” está chegando às locadoras. Quem não viu, deve aproveitar a oportunidade. E quem assistiu, tem motivos para repetir a dose. A produção do cineasta pernambucano Kléber Mendonça Filho tem muitos méritos. Elenco, fotografia, direção, roteiro. Mas é o clima de suspense que prende a atenção. A trama trata basicamente de uma área residencial em um bairro de classe média de Recife. Os integrantes de uma milícia aparecem oferecendo segurança particular aos moradores.

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O que podem e o que não podem as mídias digitais

[Por Claudia Santiago] Quem vasculha as redes sociais encontra de tudo. Nesta semana que antecede a visita do papa Francisco ao Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude proliferam ataques e xingamentos ao Brasil, concentrados prioritariamente nos políticos brasileiros. Dentre os que organizam atos para os dias do evento, se percebe um grande interesse em chamar a atenção da mídia internacional para o que consideram o fracasso do país. É como se fossem ações deliberadas para mostrar ao mundo que o Brasil não tem condições de receber a Copa. | Continue lendo.

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