Autor: Luisa Vieira

Funcionamento do NPC

Queridas amigas, queridos amigos. A equipe do Núcleo Piratininga de Comunicação está, desde segunda-feira, dia 16, trabalhando em casa, em contato direto com nossa rede de apoiadores no Rio, Vitória, Curitiba, São Paulo, João Pessoa, São João Del Rey, São Luís, Fortaleza, Porto Alegre… Nossa sede, na Cinelândia, está fechada. É possível que o início do curso de Comunicação Popular, marcado para 11 de abril, seja adiado. Assim como as outras atividades presenciais marcadas para abril. As encomendas à livraria serão despachadas semanalmente, sempre às segunda-feiras. A editora está funcionando normalmente com possíveis atrasos na impressão. Acompanhe notícias dos movimentos sociais na Teia de Comunicação Popular. https://teiapopular.org. Estamos ligados nas redes sociais e por email. Estamos aqui: npiratininga@piratininga.org.br . Voltamos já já com nossas atividades!

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Diário da pandemia: série do NPC sobre a Covid 19 nas periferias do Rio

A epidemia de Covid-19 alterou as atividades presenciais no NPC. Pedimos aos nossos ex-alunos do curso de Comunicação Comunitária de outros anos para compartilhar como tem sido o dia a dia de suas comunidades com essa nova realidade. Até o fechamento desta edição do BoletimNPC, nossa equipe já havia conversado com moradores dos morros São José Operário e da Formiga; das comunidades da Boiuna, na Taquara, e do Anil; do Complexo do Alemão e da ocupação Vito Giannotti. Tudo isso está divulgado no site da Teia de Comunicação Popular: http://teiapopular.org/

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Documento reivindica medidas de prevenção ao coronavírus para população de rua no Espírito Santo

[Por Século Diário] O Vicariato Para Ação Social Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória, o Fórum Igrejas e Sociedade em Ação e a Defensoria Pública Estadual elaboraram um documento com reivindicações para a prevenção ao coronavírus em meio à população de rua do Espírito Santo. O documento, como informa Júlio Cesar Pagotto, integrante da Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese, foi encaminhado para a Secretaria Estadual de Direitos Humanos, com o intuito de que essa secretaria faça a articulação com o governo e os municípios. Entre as especificidades, está o fato de haver famílias em situação de rua que não podem ser separadas ao serem colocadas em algum abrigo ou alojamento. | Continue lendo.

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