Autor: Luisa Vieira

NPC na cidade do Rio de Janeiro

Uma das principais atividades do Núcleo Piratininga é a realização do Curso de Comunicação Popular, que acontece desde 2004, no Rio de Janeiro. Durante os meses de abril a setembro, moradores de favela, estudantes de comunicação e professoras e professores da rede pública estudam e praticam a comunicação popular. O Núcleo recebeu 120 inscrições até o fim do prazo, no dia 13 de fevereiro. A equipe de professores é composta por profissionais de jornalismo, geografia, serviço social, fotografia, história, sendo que 70% dos professores são profissionais que já fizeram este curso em anos anteriores. Em março serão realizadas as entrevistas presenciais que fazem parte do processo seletivo. O curso é gratuito e recebe apoio da Fundação Rosa Luxemburgo. A coordenação é de Claudia Santiago.

consulte Mais informação

A Livraria Antonio Gramsci está na internet!

Com quase uma década de existência, as vendas da Livraria Antonio Gramsci agora são feitas direto pelo nosso site ou pelo email: livraria@pirtininga.org.br. Na página da livraria, os interessados podem encontrar o catálogo de livros lançados pelo NPC e outros livros das editoras Boitempo e Expressão Popular. O Espaço Gramsci passa a funcionar na sede do NPC com suas rodas de conversa, cine-clube, entrevistas e muito, muito aconchego.

consulte Mais informação

Nas ondas do rádio, uma luta de décadas

A Rádio Tambor, em 13 de fevereiro, levou ao ar entrevista com Luiz Vila Nova, uma das mais importantes figuras políticas do Maranhão. Na década de 1980, ele participou ativamente da luta pelo direito à terra na região de Imperatriz. No mesmo dia, Vila Nova lançou pela segunda vez em São Luís o livro “História da vida e da luta de um militante”, que contou com a participação da jornalista Claudia Santiago. Editado e lançado pelo NPC, a obra narra a saga dos trabalhadores rurais pela conquista da terra na região. Vila Nova foi presidente do PT no Maranhão e deputado estadual por duas legislações. Hoje, ele continua fazendo a luta através da formação política. Você pode comprar o livro na nossa livraria pelo email livraria@piratininga.org.br.

consulte Mais informação

Cacique é Cultura Popular Carnavalesca com letras maiúsculas

[Por Tatiana Lima] “Cancelar” o Cacique (o equivalente a “boicotar” quem é considerado ofensivo, de alguma forma, na internet) é cancelar uma parte da história do samba, da história de um povo preto suburbano, a história de um Rio renegado e só lembrado no carnaval. Debaixo da Tamarineira fui criada. Tive contato com bambas do samba bem pequetita. Zeca me dava jujuba e paçoca. E para mim, nada disso era grande porque Zeca era só Zeca, o tio do bolso cheio de jujuba. Só as pessoas, fisicamente falando eram grandes porque eu era pequenina, criança. Aos meus olhos, ninguém era grande demais ou importante demais. Era só samba. Suburbanos. Samba feito de gente pobre vindo de morros, asfaltos pobres e rodas. | Continue lendo!

consulte Mais informação

Pin It on Pinterest