Autor: Luisa Vieira

‘Os novos desafios da esquerda brasileira’: entrevista de Ricardo Antunes ao jornal do SINTIFRJ

A edição 6 do Jornal SINTIFRJ publicou uma entrevista com Ricardo Antunes. Ele é sociólogo marxista e um dos mais influentes pensadores do país no tema mundo do trabalho. Antunes é também um dos mais importantes teóricos da obra marxiana da América Latina e edita atualmente a coleção “Mundo do Trabalho” pela Boitempo Editorial. Neste bate-papo, ele fala sobre os novos desafios dos sindicatos, partidos e movimentos sociais diante do governo Bolsonaro, aponta saídas e afirma a importância de voltar à história de luta para que a esquerda siga adiante.

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A cobertura vergonhosa da ‘Marcha das Margaridas’ pelos veículos de mídia tradicionais

[Por Bia Barbosa] Vergonhosa a “cobertura” da CBN e CBN Brasília da Marcha Das Margaridas. Mais de dez entradas e falas dos apresentadores pra tratar do “caos” no trânsito da cidade e em uma delas apenas as reivindicações das mulheres foram informadas aos ouvintes. O mesmo valeu pro Metrópoles. Foi mais importante dar voz à grita dos motoristas que ficaram algumas horas “presos” dentro de seus carros com ar condicionado do que dizer o que 100 MIL mulheres, vindas de todos os estados do Brasil, do campo, da floresta, das cidades pequenas, indígenas, quilombolas, trabalhadoras, muitas delas idosas, vieram fazer em Brasília depois de dias de viagem para chegar à capital. E o pior é que nem criativos eles são, porque é assim que a imprensa tradicional “cobre” protestos e manifestações desde que eu entrei na universidade, há mais de 20 anos.

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Estudantes saem às ruas em defesa da educação pública e contra projeto Future-se  

[Por Giovanna Galvani/ Carta Capital] Nesta terça-feira, 13 de agosto, mais de 50 cidades contaram com manifestações em mais um dos chamados ‘tsunamis’ da educação, convocados pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e por demais movimentos sociais. Dessa vez, o programa Future-se, do Ministério da Educação (MEC), foi o grande alvo das críticas, que diziam sobre uma possível mercantilização das universidades e institutos federais públicos. Os atos ocorreram em todas as regiões do País, concentrando pessoas em locais chave como na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, Candelária, no Rio de Janeiro, e Avenida Paulista, em São Paulo. Esta é a terceira vez em 2019 que as manifestações pela educação acontecem nacionalmente. | Saiba mais como foi esse dia de luta pela educação.

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Violência policial contra moradores do Cajueiro

[Por Rubermária Sperandio] A ação de reintegração de posse da Comunidade do Cajueiro, situada na zona rural de São Luís (MA), aconteceu em meio a uma série de arbitrariedades. Segundo Rafael Silva, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB do Maranhão e advogado da CPT, em coletiva dada à imprensa no dia 13, a ação dos policiais foi truculenta: “Na noite passada, por volta da meia noite, moradores do Cajueiro que tinham sido despejados, numa violenta e irregular ação de reintegração de posse, estavam dormindo no chão, em frente do Palácio dos Leões, inclusive pessoas idosas, e foram acordados com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha numa operação da Tropa de Choque da Polícia Militar, coordenada pessoalmente pelo secretário de Segurança Pública do Estado”. No dia 11 Cerca de duzentos policiais militares foram mobilizados para despejar 80 famílias da área, para a construção de um porto privado da empresa WPR São Luís Gestão de Portos e Terminais. Para maiores informações acesse aqui.

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Eleição na Argentina aponta cenário favorável às forças progressistas

No domingo (11/08), foram realizadas as eleições primárias na Argentina, conhecidas pela sigla PASO. Participam, dessa etapa, os pré-candidatos que vão se apresentar às eleições presidenciais em outubro. O resultado foi surpreendente tanto para o governo de Mauricio Macri, como para a oposição. Os vitoriosos foram Alberto Fernández, candidato à presidência, e Cristina Kirchner, que integra a chapa como vice. A vantagem foi de 15 pontos percentuais, uma diferença muito significativa e difícil de ser revertida. O jornalista Breno Altman, criador e editor do Opera Mundi, analisa esse resultado em entrevista à Rede TVT. Confira!

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