Autor: Luisa Vieira

A atuação dos sindicatos também será debatida no curso anual

É… A Comunicação Sindical não é um fim em si mesmo. Ela vai ser de um jeito ou de outro dependendo da concepção sindical que a guiará. Não é mesmo? E nesse momento de mudanças nos sindicatos e críticas aos partidos, esse debate não poderia faltar. Por isso, na quinta-feira à tarde, dia 21 de novembro, debatedores refletirão sobre “Trabalho, sindicato e partidos políticos no século 21”. As análises e observações serão feitas por Felipe Demier, Edson Carneiro Índio e Marcelo Badaró.

Já na sexta-feira à tarde, dia 22 de novembro, a comunicação sindical será o foco da reflexão e apresentação, com participações de representantes do Brasil de Fato, da Rede Brasil Atual e do Sintese – Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe. Nesse dia veremos o que vem sendo produzido nesse sentido, em que meios, com que ferramentas, com que alcance.

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Os riscos de um fascismo à brasileira hoje

A pergunta que não quer calar: “quais são os riscos de um fascismo à brasileira, hoje?”. É correto dizer que a democracia está em risco, no Brasil? Ou ela já foi superada, e hoje não podemos dizer que vivemos mais em democracia? Quais são os perigos que vêm pela frente? Essas são algumas questões que certamente rondam nossos pensamentos e não nos têm deixado dormir nos últimos meses. Falaremos sobre todas elas na quinta-feira, dia 21 de novembro, à tarde. Ibis Pereira, Mauro Iasi, Virgínia Fontes e Orlando Zacconne são nossos convidados para nos ajudar a pensar em tudo isso.

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Também teremos lançamentos de livros em nosso evento

Na noite de quinta-feira, seremos brindados com o lançamento e a apresentação de obras que nos têm ajudado a entender o atual momento por que o Brasil está passando. Neste dia, contaremos com a presença do jornalista Mário Magalhães e do pesquisador Luís Felipe Miguel. Eles vão apresentar, respectivamente, seus mais novos livros: “Sobre lutas e lágrimas: uma biografia de 2018” e “O colapso da democracia no Brasil: da constituição ao golpe de 2016”. São leituras obrigatórias.

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Comunicação e resistência

Em tempos duros, de ataques a conquistas dos trabalhadores, à arte, à educação, à sexualidade, resistir tornou-se condição para todos nós. Para uma e outros essa resistência torna-se ainda mais urgente e pesada. Trata-se das pessoas que vivem em favelas com armas apontadas para suas cabeças. É o caso também das mulheres e dos homens que buscam exercer sua sexualidade livremente, dos negros e negras e das populações tradicionais. O que a comunicação tem a ver com tudo isso? Vamos conversar sobre o tema nesta mesa, “Comunicação e Resistência. Com Adenilde Pedrina (Hip-Hop), Camila Marins (lésbica), Gizele Martins (favelada) e Marcio Pochmann (Fundação Perseu Abramo).

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