Autor: Luisa Vieira

FNDC divulga nota em defesa da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) divulgou uma nota na qual critica as pressões e os ataques que os jornalistas do “The Intercept” vêm sofrendo de setores que defendem a Operação Lava Jato. Alguns já pediram a prisão do jornalista Glenn Greenwald; outros, pressionam para que The Intercept divulgue a fonte dos materiais recebidos. “As reportagens, produzidas pela equipe do jornalista Glenn Greenwald, revelam diálogos desenvolvidos por agentes públicos no âmbito da operação Lava Jato que tiveram consequências fundamentais para os rumos políticos do país. Portanto, de elevado interesse público. Nenhuma informação divulgada tem caráter privado/individual, outro aspecto a ser considerado ao se analisar se houve violação do direito à privacidade”, explica a nota. | Confira o texto completo.

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Há 50 anos, era publicada a primeira edição d’O Pasquim

Em 26 de junho de 1969, exatos 50 anos atrás, chegava às bancas o primeiro número do jornal “O Pasquim”. O veículo foi criado poucos meses depois do AI-5, o ato institucional que endureceu o regime e aumentou o grau de perseguição, violência e assassinatos de seus opositores. O jornal tornou-se um dos principais nomes da imprensa alternativa, tendo reagido e resistido à ditadura civil-militar brasileira com muito humor e apostando na luta contra o moralismo, um dos pilares do regime. Merece ser lembrado e conhecido pelos apaixonados por comunicação e por todos aqueles que acreditam no papel da arte na luta por melhorias e transformação.

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Documentário ‘Relatos do front: fragmentos de uma tragédia brasileira’

Estreou, na semana passada, o documentário “Relatos do front”. O filme, dirigido por Renato Martins, apresenta um triste retrato da violência no Rio de Janeiro. A partir de entrevistas com especialistas, policiais e familiares de vítimas da violência policial, o longa não busca trazer respostas. Ele apenas mostra como a política de segurança que vem sendo implementada no Estado, apesar de ter um altíssimo custo, só tem tido como resultado mais violência e sofrimento. Precisa ser visto. É uma pena que esteja em cartaz em pouquíssimos cinemas.

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