Autor: Luisa Vieira

Está online livro sobre os ataques à pesquisa da Fiocruz durante a ditadura militar

“Eu vejo o futuro repetir o passado”. Algumas semanas atrás, o ministro da cidadania, Osmar Terra, criticou as pesquisas realizadas pela Fiocruz sobre o uso de drogas no Brasil. O estudo envolveu mais de 500 pesquisadores e fez 16 mil entrevistas. No mesmo dia, a Fiocruz anunciava a nova edição do livro “O massacre de Manguinhos”, uma referência para os estudos sobre o impacto da ditadura militar na atividade científica do país. A publicação, de 1978, aborda um período de perdas para a ciência brasileira. Trata de como o golpe militar de 1964 interrompeu pesquisas e fechou laboratórios, provocando prejuízos irrecuperáveis. As verbas de pesquisa foram cortadas e dez cientistas foram cassados com base no AI-5. É essa história que está contada no livro, disponível online. Clique para acessar a publicação.

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Por Gaudêncio Frigotto

“A mídia empresarial, por condição ideológica de classe, apoia e legitima as agendas políticas da estupidez humana. […] Tanto as políticas da estupidez quanto as que derivam para a insanidade humana ou ignoram ou desprezam os trabalhos científicos. E a grande mídia empresarial é parte ativa deste ignorar e desprezar. O tema mais letal, tratado de forma banal e insana pela grande mídia, é a questão da violência e da segurança, pois não somente mascara e esconde as origens reais da violência de diferentes naturezas, como naturaliza as teses que derivam para um estado policial e protofascista. Um horizonte que, em vez de resolver, aumenta a violência, especialmente contra os jovens pobres e negros, as mulheres e os grupos LGBT”. [Em texto a ser publicado no livro ‘Poder midiático e disputas ideológicas’ (org: Dênis de Moraes)]

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Claudia Santiago participa de encontros no Rio e no Maranhão

Na semana passada, o Centro de Assessoria e Apoio a Iniciativas Sociais (CAIS) promoveu um encontro de formação de três dias para pensar sobre “comunicação estratégica e incidência política”. No primeiro dia, nossa coordenadora, a jornalista Claudia Santiago, orientou a discussão. Ela falou sobre “A comunicação na sociedade de hoje enquanto espaço estratégico de disputa”. Nos outros dias, foram abordadas questões como ambiente digital e medidas de segurança na rede. Estiveram presentes, nesse encontro, representantes da Pastoral Carcerária, CPT, Cimi, dentre outras entidades. Depois dessa atividade, Claudia Santiago foi para o Maranhão. Lá, nos dias 25 e 26 de maio, ela deu curso de oratória no Sindicato dos Bancários (foto).

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