Autor: Luisa Vieira

Começou a turma de 2019 do Curso de Comunicação Popular

Na terça-feira, 12 de março, ocorreu a aula inaugural do curso de comunicação popular do NPC. Nesse dia, foi exibido o documentário “Comunicação popular no Rio: quem faz?”. Os alunos também se apresentaram e conversaram sobre a programação. Estão previstas aulas teóricas sobre comunicação e, também, oficinas práticas de escrita, fotografia, edição de vídeo e redes sociais. A primeira aula, de redação e reportagem, será no dia 30 de março. Ao final do curso, será lançado o jornal “Vozes das comunidades”, que há mais de dez anos vem sendo distribuído todo 7 de setembro, na manifestação do Grito dos Excluídos.

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NPC recebe companheiros do Comitê Belgo-Brasileiro

Na última terça-feira, 19 de março, recebemos, no NPC, o engenheiro Dirk Ameel e a professora Cecília Kooken, do Comitê Belgo-Brasileiro. Eles puderam conhecer melhor o trabalho do Núcleo e também visitaram o Espaço Gramsci. Além de conversarmos sobre nossas atividades, falamos um pouco sobre a situação brasileira e questionamos sobre a ascensão da direita na Europa. Também perguntamos sobre a imagem do presidente brasileiro no exterior, ao que responderam: “A pior possível”. De lá, eles seguiram para a Ocupação Vito Giannotti, onde conversaram sobre a questão da moradia do Rio de Janeiro e se informaram sobre a história de resistência da ocupação. Depois, foram para o Armazém do Campo, onde puderam conhecer o espaço do MST de comercialização dos produtos da Reforma Agrária.

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NPC colabora com o ‘Dicionário de Favelas Marielle Franco’

Vem aí o “Dicionário de Favelas Marielle Franco”, que será lançado no dia 10 de abril de 2019, na Fiocruz. Nesse dia, haverá oficinas, mesas-redondas, homenagens, apresentações e palestras envolvendo coletivos de favelas. O NPC foi uma das organizações que contribuíram para a construção do material, enviando alguns dos verbetes que compõem o dicionário. Mais perto será divulgada a programação completa.

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Despejo da comunidade Taboca, no Tocantins, viola resolução de direitos humanos

[Por Maurício Hashizume/ De Olho Nos Ruralistas] “Não temos para onde ir. E a gente não quer sair. Lá é muito bom. Nasceu criança e tudo. E ainda não recebemos garantia nenhuma. Não sabemos nem onde as crianças vão estudar”. Moradora da Comunidade Taboca, no município de Babaçulândia, Luzimária Fonseca dos Santos expressa assim, num misto de desamparo e perplexidade, a situação vivida por ela e pelas 70 famílias que ocupam e produzem na área há sete anos. Diante do despejo ordenado pela juíza Wanessa Lorena Martins de Sousa Motta, da Comarca de Wanderlândia (TO), um amplo efetivo do 2º Batalhão da Polícia Militar de Araguaína iniciou o processo de reintegração de posse da área nesta quarta-feira (20). | Continue lendo.

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