Autor: Luisa Vieira

Construído coletivamente, sai o Manual de Defesa contra a Censura nas Escolas

O manual contra a censura nas escolas parte de 11 casos reais envolvendo perseguições, intimidações e assédio a professores e/ou instituições. A partir deles, são oferecidas estratégias político-pedagógicas e jurídicas para enfrentar ataques similares. O material privilegia o enfrentamento político-pedagógico dos problemas em vez de soluções judiciais individualizadas. Defende, por isso, o diálogo entre os atores escolares a partir do marco de uma gestão democrática comprometida com a defesa do direito à educação de todos e todas. Quando é o caso de lançar mão de estratégias jurídicas, defende-se que há uma dimensão coletiva, da esfera do trabalho (e da justiça do trabalho), que deve ser invocada quando professores e professoras são agredidas. As escolas precisam defender seus professores de tentativas de ataques a suas liberdades constitucionais. O material defende, assim, menos medo e defesas individuais. Aposta em mais comprometimento coletivo com a educação, com as escolas, com professores e professoras. | Acesse e compartilhe o material!

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PACS e mulheres agricultoras lançam cartilha sobre agroecologia, feminismos e resistência no Rio de Janeiro

A vida, a luta e a resistência das mulheres agricultoras do estado do Rio de Janeiro frente aos racismos ambientais a que são submetidas no dia a dia são alguns pontos abordados na cartilha “Guardiãs do Território: Agroecologia e Resistências no estado do Rio de Janeiro”. O material foi lançado no encontro do GT de Mulheres da Articulação de Agroecologia do Rio de Janeiro (AARJ). O material aborda o tema da agroecologia a partir do olhar das mulheres e da relação de seus corpos com os territórios onde vivem, plantam e colhem. Além disso, foi lançado o vídeo “Guardiãs do Território: Agroecologia e Resistência no Rio de Janeiro”, que mostra as histórias de algumas das agricultoras que resistem a partir da agroecologia em diferentes partes do estado. Esse material foi produzido em parceria com o PACS. Vídeo e cartilha podem ser acessados aqui.

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Record mente sobre Encontro Sem Terrinha do MST para agradar Bolsonaro

[Nota do MST] Na noite de domingo (10) muita gente assistiu a uma sequência de mentiras em uma reportagem que a TV Record veiculou sobre o Encontro Nacional Sem Terrinha, que o MST realizou em 2018 em Brasília com 1.200 crianças. A Record fala em doutrinação de crianças, que o MST manipula e não cuida dos sem-terrinha. É tudo mentira! Você sabia que o encontro era sobre direito à educação e alimentação saudável? Pois é! São crianças que estão lutando por escolas e alimento sem veneno. Pelo futuro delas! E com muita literatura, música, amor, diversão. Tudo que as crianças precisam e merecem. Ajude a espalhar a verdade. O MST cuida, junto das famílias sem-terra, de milhares de crianças que sofrem na pele o descaso do poder público em fazer reforma agrária e garantir uma vida digna no campo. Veja uma reportagem feita pelas próprias crianças no encontro e saiba como foi.

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A nova pirataria “francesa” em comunidades quilombolas do Maranhão

[Por Ed Wilson Araújo/ Publicado na Teia da Comunicação Popular do Brasil] Ela atende pelo nome de “Magnólia”; ele, “François”. Há cerca de um ano, pilotando um automóvel surrado da marca “subaru”, branco, o casal percorre comunidades quilombolas do município de Bacuri, no Litoral Ocidental do Maranhão. A pretexto de realizar pesquisas arqueológicas e criar um museu na região, eles se aproximaram das lideranças e moradores, especialmente crianças, até conquistar a confiança e adentrar em áreas onde estão localizados objetos e artefatos de interesse histórico vinculados ao período colonial e da escravidão. | Saiba mais.

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Professor de história envia crítica ao ‘Jornal do Brasil’ sobre cobertura dos eventos da Venezuela

O professor de história Luis Eduardo Mergulhão enviou a seguinte mensagem ao Jornal do Brasil: “Sabemos de toda a relação da imprensa com os interesses e visões de mundo de quem a sustenta e suas dificuldades financeiras, utilizando, assim, matérias de agências estrangeiras nada plurais. Porém, a reportagem da edição de domingo sobre a Venezuela superou o limite da parcialidade e do mau jornalismo. Dando vivas à oposição, não apresenta sequer uma foto das massivas passeatas em favor do governo, um depoimento favorável de suas lideranças ou movimentos sociais que o apoiam, apresentando um quadro mais amplo e informativo ao leitor. Nada. Ausência completa do básico do jornalismo, o contraditório equivalente. Esperamos do JB, que ensejou tanta esperança com sua volta, que sim, expresse sua visão, mas não caia no lugar comum da grande imprensa, que também ajudou a formar esse quadro de tamanha ignorância e reacionarismo presentes na sociedade brasileira.

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