Autor: Luisa Vieira

NPC na estrada

O Núcleo Piratininga retornou suas atividades no dia 7 de janeiro, depois de férias coletivas da equipe. Um recomeço marcado por um encontro no qual conversamos sobre o Rio, o Brasil, o mundo… E começamos a organizar nossas atividades para 2019. Veja aqui alguns momentos desse encontro marcado pelo afeto entre nós, e pelo compromisso com a luta por uma sociedade justa e solidária, atravessada por relações igualitárias. Nas primeiras semanas do ano novo, foram entregues as últimas agendas produzidas pelo NPC para 2019.

Nossas atividades começam por Rio de Janeiro, Maranhão e Brasília.

No dia 26 de janeiro, Claudia Santiago participa do Encontro Estadual dos Bancários, em São Luís. Em 14 de fevereiro estará em Brasília, no encontro estadual da Condsef.

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Acervo da biblioteca Carolina de Jesus está sendo catalogado

No início de 2018, inauguramos a Biblioteca Popular Carolina de Jesus, que aos poucos foi crescendo e hoje já conta com um acervo de cerca de 350 livros. Os títulos que compõem a biblioteca estão sendo catalogados para ser emprestados, a partir de fevereiro de 2019, para os alunos e ex-alunos do curso de comunicação popular do NPC. Comunicação, literatura e história do Brasil e do mundo são alguns dos temas já disponíveis. Teremos uma planilha para ser compartilhada entre os alunos, onde poderão consultar título, autor e uma sinopse do livro. Em breve inauguraremos essa novidade! Até lá, o Espaço Gramsci permanecerá fechado para reestruturação.

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O assassinato de Rosa Luxemburgo, cem anos depois

[Por Valerio Arcary] Foi há cem anos. Já se disse que o silêncio é a maior das represálias. O aniversário deve ocorrer sem maior repercussão. No dia 15 de Janeiro de 1919, no calor da crise revolucionária que permanecia aberta depois da revolução de novembro de 1918 que derrubou o Kaiser, Rosa Luxemburgo foi assassinada, ao lado de Karl Liebknecht. A reabilitação teórica e política de Rosa está ainda por ser feita diante dos olhos da nova geração. Mas enquanto existir uma esquerda que tenha paixão revolucionária Rosa Luxemburgo estará viva.
Desde o 9 de Janeiro, Berlim era uma cidade em estado de sítio. Rosa e Liebknecht sabiam que estavam encurralados, e que o cerco se apertava. Há vários dias viviam em permanente mudança de endereços. Até que a delação levou as milícias paramilitares ao seu esconderijo. | Continue lendo.

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