Sem teoria, não há comunicação revolucionária
[Por Marina Valente, jornalista sindical da Metamorfose Comunicação e apresentadora do programa Democracia no Ar] O golpe contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) e as consequências como o desmonte dos direitos trabalhistas e das empresas públicas, trouxe para o movimento progressista a necessidade da crítica e da autocrítica. Ferramentas importantes para o crescimento e evolução da luta popular.
Porém, talvez pela contaminação dos valores burgueses e pela burocracia instalada em nossas estruturas, a crítica e a autocrítica seguem sendo feitas, de forma mais frequente do que deveria, por um processo de leve autocrítica e de crítica ferrenha e pouco pedagógica da ação dos demais. [Leia o artigo completo]
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