Autor: Luisa Vieira

Festival da Comunicação Sindical e Popular: debates, exposição e apresentações culturais

24 de julho é, graças à iniciativa do vereador Renato Cinco (Psol-RJ), o Dia Municipal da Comunicação Popular. A data é uma homenagem a Vito Giannotti, um incansável defensor da comunicação dos trabalhadores que faleceu nesse mesmo dia, no ano de 2015. Para lembrar a trajetória e honrar a memória desse grande lutador, o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) realizou, pelo segundo ano consecutivo, mais uma edição do Festival da Comunicação Sindical e Popular. Tudo aconteceu no dia 24 de julho de 2018 na Cinelândia, histórico bairro de lutas e resistência no Rio de Janeiro. Ao longo da terça-feira, o espaço público foi ocupado com exposição de materiais produzidos por sindicatos e movimentos populares; apresentações culturais; música; debates e aulas sobre temas variados, com o intuito de dialogar com quem passa diariamente pelo local. | Leia a cobertura completa.

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Povo Jenipapo-Kanindé inaugura Escola de Cinema Indígena no Ceará

[Fonte: ECINDIJI] O que mostrarão as câmeras conduzidas pelos povos indígenas no Nordeste? Neste caminho está a Escola de Cinema Indígena Jenipapo-Kanindé (ECINDIJ), criada pela Associação de Mulheres Indígenas Jenipapo-Kanindé. A inauguração da ECINDIJ acontece na próxima quinta-feira, 02, às 18h, com evento aberto ao público na sede da Escola, a aldeia Lagoa Encantada, no município de Aquiraz, Ceará. O documentarista Vincent Carelli, criador do projeto Vídeo nas Aldeias, ministra a aula inaugural, que também contará com a presença de diversas lideranças indígenas da região. Primeiro curso começa em agosto e terá duração de três anos, proporcionando formação gratuita e aberta a indígenas de diversas faixas-etárias. | Continue lendo.

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‘Se eu perder a esperança, 14 de março vai ser em vão. Tem que ser um divisor de águas’

[Por Fernanda Canofre – Sul21] Monica Benício tinha a manga esquerda do casaco preto de inverno levantada até o cotovelo, na última sexta-feira (27), apesar do frio que fazia em Porto Alegre. Na parte descoberta do braço, um pedaço de papel insulfilme cobria a tatuagem feita um dia antes. O rosto de Marielle Franco. Para o Brasil e o mundo, um símbolo da luta contra violência, desde que a quinta vereadora mais votada do Rio de Janeiro foi executada a tiros, no centro da cidade, no dia 14 de março. Para Monica, sua companheira, que ela conheceu no lugar onde as duas cresceram: a favela da Maré. | Leia a entrevista completa.

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Lênin já falava em comunicação como ferramenta de disputa e organização  

[Por Vito Giannotti em 23.03.2009] Dezembro de 1901. Já naquela época, Lênin, em artigo chamado ‘Por onde começar’ para o jornal do Partido Social Democrata Russo, não tinha dúvidas. Em seu texto ele afirmava que o primeiro passo a ser dado, para construir a revolução, era a ‘criação de um jornal para toda a Rússia’.

Era a afirmação da centralidade e da necessidade da comunicação para fazer a revolução. Ou seja, para conquistar sua hegemonia, o partido da classe trabalhadora deveria começar por criar um jornal que unificasse e organizasse a luta.

Óbvio que Lênin sabia, melhor do que ninguém, que apenas com um ou mil jornais não se chegaria a lugar algum. Mas também sabia que, sem um jornal, a revolução não chegaria nunca. Como os milhões de operários, soldados e camponeses seriam convencidos da sua necessidade? Como teriam informação e formação suficiente para abraçar a ação revolucionária, sem um jornal? | Continue lendo.

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