Autor: Luisa Vieira

‘Se eu perder a esperança, 14 de março vai ser em vão. Tem que ser um divisor de águas’

[Por Fernanda Canofre – Sul21] Monica Benício tinha a manga esquerda do casaco preto de inverno levantada até o cotovelo, na última sexta-feira (27), apesar do frio que fazia em Porto Alegre. Na parte descoberta do braço, um pedaço de papel insulfilme cobria a tatuagem feita um dia antes. O rosto de Marielle Franco. Para o Brasil e o mundo, um símbolo da luta contra violência, desde que a quinta vereadora mais votada do Rio de Janeiro foi executada a tiros, no centro da cidade, no dia 14 de março. Para Monica, sua companheira, que ela conheceu no lugar onde as duas cresceram: a favela da Maré. | Leia a entrevista completa.

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Lênin já falava em comunicação como ferramenta de disputa e organização  

[Por Vito Giannotti em 23.03.2009] Dezembro de 1901. Já naquela época, Lênin, em artigo chamado ‘Por onde começar’ para o jornal do Partido Social Democrata Russo, não tinha dúvidas. Em seu texto ele afirmava que o primeiro passo a ser dado, para construir a revolução, era a ‘criação de um jornal para toda a Rússia’.

Era a afirmação da centralidade e da necessidade da comunicação para fazer a revolução. Ou seja, para conquistar sua hegemonia, o partido da classe trabalhadora deveria começar por criar um jornal que unificasse e organizasse a luta.

Óbvio que Lênin sabia, melhor do que ninguém, que apenas com um ou mil jornais não se chegaria a lugar algum. Mas também sabia que, sem um jornal, a revolução não chegaria nunca. Como os milhões de operários, soldados e camponeses seriam convencidos da sua necessidade? Como teriam informação e formação suficiente para abraçar a ação revolucionária, sem um jornal? | Continue lendo.

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Edições tablóide do Brasil de Fato são lançadas na BA e no RS

O jornal Brasil de Fato já é referência na comunicação pautada pelos interesses dos trabalhadores. Ações dos movimentos populares e sindicais, educação, saúde, cultura e lutas por direitos sociais, no Brasil e no mundo, são temas que costumam ser tratados nas edições do jornal. A versão tablóide, já presente em diversas cidades brasileiras, é distribuída gratuitamente, em locais de grande movimentação dos trabalhadores e trabalhadoras. Na última semana, recebemos duas grandes notícias! Agora o Estado da Bahia e o Rio Grande do Sul já contam com suas edições específicas. Longa vida ao Brasil de Fato!

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Comunicação Popular no Rio de Janeiro

A edição número 115 do jornal Abaixo-assinado de Jacarepaguá e das Vargens já está circulando. No editorial de agosto de 1989 – Ano I – número, o jornal se coloca como um veículo de resistência, com o objetivo de ser um instrumento de informação e formação com o objetivo de estimular e auxiliar a organização e mobilização dos trabalhadores no seu local de moradia e de trabalho; divulgar experiências comunitárias; debater as lutas e propostas do movimento social; e promover a cultura popular. Leia na íntegra!

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Programa Extra-Classe, do Sinpro Minas, trata da crise do capitalismo    

[Com informações do Sinpro Minas] O Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro Minas) exibe, semanalmente, o Programa Extra-Classe. Vários são os assuntos abordados. Na última edição, que foi ao ar dia 25 de julho, foram apresentadas reflexões sobre os ciclos e crises do capital. Baseado na exploração do trabalho e em uma cruel desvalorização do ser humano, o capitalismo atravessa séculos tentando se salvar em meio a suas próprias contradições. Mas em momentos de crise, é a classe trabalhadora que sofre ainda mais com as consequências de um sistema tão desigual. O Programa também debate os reflexos diretos da crise atual na conjuntura brasileira e em especial na educação. Alguns dos entrevistados são os/as pesquisadores/as Renato Rabelo, Antônia Aranha, José Luiz Quadros, Gaudêncio Frigotto e Luciano Rezende. Assista aqui!

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