‘Se eu perder a esperança, 14 de março vai ser em vão. Tem que ser um divisor de águas’
[Por Fernanda Canofre – Sul21] Monica Benício tinha a manga esquerda do casaco preto de inverno levantada até o cotovelo, na última sexta-feira (27), apesar do frio que fazia em Porto Alegre. Na parte descoberta do braço, um pedaço de papel insulfilme cobria a tatuagem feita um dia antes. O rosto de Marielle Franco. Para o Brasil e o mundo, um símbolo da luta contra violência, desde que a quinta vereadora mais votada do Rio de Janeiro foi executada a tiros, no centro da cidade, no dia 14 de março. Para Monica, sua companheira, que ela conheceu no lugar onde as duas cresceram: a favela da Maré. | Leia a entrevista completa.
consulte Mais informação