Autor: Luisa Vieira

A extinção da Fundação Piratini é luto para a comunicação pública

O governador José Ivo Sartori (PMDB), encerrou as atividades da Fundação Piratini, mantenedora da TVE e FM Cultura no dia 30 de maio último. O Observatório da Comunicação Pública soltou uma nota na qual lamenta a decisão. Fundada em 1974, a Fundação Piratini, era responsável pela TV Educativa do Rio Grande do Sul (TVE RS) e FM Cultura 107,7.

“Foi afiliada à TV Cultura de São Paulo e também já retransmitiu conteúdo da TV Educativa do Rio de Janeiro. Atualmente, estava em afiliação à TV Brasil. No início dos anos 2000, se integrou à Rede Pública de Televisão, que unia todas as emissoras educativas do país em cadeia nacional, transmitindo uma programação conjunta, com atrações dos diversos canais interligados à rede.

A emissora ficava nas antigas instalações da também extinta TV Piratini. Programas como Radar, Galpão Nativo, Pandorga, 7 no ar e Mãos à Obra foram um marco na programação da estatal, garantindo sempre boa audiência. |Continue lendo.

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Violência e Direitos Humanos na Baixada Fluminense

Sábado, dia 30 de junho, às 9:30h, acontece o debate ” Violência e direitos humanos na Baixada Fluminense” na Paróquia Bom Pastor, em Belford Roxo. Segundo dados do Atlas da Violência de 2018, o município de Queimados foi apontado como a cidade brasileira com a maior taxa de mortes violentas. Saiba mais!

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Em vídeo, AEPET mostra os interesses por trás do mito de que a Petrobrás está falida

A Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET) divulgou um vídeo de pouco mais de seis minutos em que mostra que o discurso de que a Companhia está falida é mentira. Ela continua sendo a maior e mais importante empresa do país. O vídeo mostra por que querem nos fazer acreditar que a única solução é a privatização. Também defende que deve ser permanente a defesa da Petrobrás e de sua missão desenvolvimentista. O vídeo pode ser visto AQUI!

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Quem controla a comunicação no Brasil?

[Por Gustavo Gindre/Facebook] Há alguns anos eu insisto em afirmar que não faz mais sentido falar nas tantas famílias que controlam a comunicação no Brasil. É a Globo e pronto. O resto vem lá atrás.

Pois a Copa do Mundo é um excelente momento para verificar essa diferença.

A Globo é a única empresa brasileira a transmitir a Copa do Mundo, tanto na TV aberta quanto na TV paga. Sofre concorrência apenas da norte-americana Fox Sports.

A empresa dos Marinho montou um gigantesco estúdio no endereço mais nobre de Moscou (a Praça Vermelha) e levou 197 profissionais para a Rússia (TV Globo, SporTV e globoesporte.com, não incluindo o jornal O Globo).

Já o SBT mandou duas equipes de três pessoas (repórter, cinegrafista e produtor).

A Record e a Bandeirantes enviaram uma equipe de três pessoas cada uma.

E a TV Aparecida mandou um repórter e um cinegrafista.

Até onde fui capaz de pesquisar, as demais empresas brasileiras de TV paga e TV aberta não enviaram equipes para a cobertura da Copa do Mundo.

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“Vidas nas Favelas importam”: ato na Cinelândia

Na quinta-feira, dia 28, centenas de pessoas se reuniram na Cinelândia para protestar contra a violência policial no ato “Vidas nas Favelas importam”. As favelas e periferias brasileiras sempre sofreram com a violência do Estado em suas várias formas. Em fevereiro deste ano, foi decretada uma intervenção federal militar no Rio de Janeiro e sabemos que é nesses espaços que essa política mostra sua face mais cruel. Na quarta-feira, dia 20, na Maré, o menino Marcus Vinicius, de 14 anos, foi morto pela polícia quando ia para a escola. Esse é mais um entre os muitos casos de violência contra a população favelada. Confiram algumas imagens!

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