Autor: Luisa Vieira

O mercado global das curtidas falsas

[Fernando Peinado e David Alameda/ El País] Um time da primeira divisão do futebol espanhol em má fase precisava levantar o moral da torcida, e para isso entrou recentemente em contato com o consultor digital mexicano Carlos Merlo, conta ele. Merlo diz que fabricou para o clube alguns torcedores de mentira graças à sua “fazenda” de usuários falsos do Twitter. Por trás da bolha das aparências que desvirtuou as redes sociais se esconde uma indústria integrada por empresas de consultoria e trabalhadores freelance. Esse setor nas sombras presta serviço a políticos, grandes corporações, artistas, esportistas, advogados, médicos, chefs e pequenos empresários. Alguns procuram inflar sua vaidade ou rechear sua carteira, aparentando uma falsa popularidade. Outros manipulam a opinião pública, lançando campanhas de desinformação. Eles se aproveitam do fato de que o público continua confiando em indicadores como o número de seguidores no Facebook ou no Twitter para medir a reputação. | Continue lendo.

consulte Mais informação

Festival gratuito de cinema ‘É tudo verdade’ apresenta documentários brasileiros e estrangeiros    

Ainda dá tempo de se organizar para conferir a 22ª edição do “É Tudo Verdade”, um Festival Internacional de Documentários. A programação conta com 55 títulos, a ser exibidos em sessões gratuitas. Um dos destaques é o documentário “Auto de resistência”, sobre violência policial no Rio de Janeiro. Outros filmes que constam na programação são “O processo”, documentário sobre o impeachment de Dilma Rousseff; e “Missão 115”, filme de Silvio Da-Rin sobre o episódio do Riocentro. “Che: memórias de um ano secreto”, e “A batalha de Argel, um filme dentro da história”, sobre os bastidores desse filme clássico. A homenageada dessa edição é a documentarista estadunidense Pamela Yates. Ela é a responsável pela trilogia guatemalteca composta pelos filmes “500 Anos”, “Granito” e “Quando as Montanhas Tremem”. Os três são exibidos pela primeira vez no Brasil. Eles retratam a perseguição da população indígena na Guatemala. A programação completa pode ser acessada aqui!

consulte Mais informação

Por Ciro Marcondes Filho – ECA-USP

“A sociedade mediatizada não é uma sociedade feliz; ao contrário, é uma sociedade da compulsão, da cobrança invisível, dos apelos permanentes de estar conectado, pois, caso contrário, a pessoa estará ‘morta’. A vida na web depende da submissão do usuário à ditadura da conexão permanente; o sofrimento e a depressão de cada um se constrói pela pouca quantidade de visitas à sua página no Facebook.”

consulte Mais informação

Pin It on Pinterest