Autor: Luisa Vieira

Narramos para resistir: filme sobre chacina da Baixada é lançado no Rio  

[Texto e fotos por Claudia Santiago/NPC] Na última terça, dia 27 de março, o Cine Odeon, na Cinelândia, no Rio de Janeiro, foi palco da pré-estreia do documentário Nossos Mortos Têm Voz. O filme conta a história de uma chacina que aconteceu no dia 31 de março de 2005. Policiais do Estado do Rio de Janeiro assassinaram 29 pessoas, em Queimados e Nova Iguaçu. A barbárie entrou para a história do estado como a “Chacina da Baixada”. Assisti ao filme sentada entre Débora Silva Maria e Maria Dalva Correia da Silva. Ambas vítimas da violência que matou seus filhos. Não sei por que acabei ficando entre as duas. Quando vi estava lá. Talvez seja um desses mistérios da vida que nos dizem coisas que precisamos saber. Obviamente meu compromisso com essa luta aumenta. | Continue lendo.

consulte Mais informação

Mais uma chacina: cinco jovens são assassinados em Maricá (RJ)  

Na madrugada de sábado para domingo (25), cinco jovens foram mortos a tiros em Maricá (RJ). Os corpos foram encontrados no conjunto habitacional Carlos Marighella, do programa Minha Casa, Minha Vida, em Itaipuaçu. As vítimas são Sávio de Oliveira, de 20 anos; Matheus Bittencourt, de 18, Marco Jhonata, de 17, Matheus Baraúna, de 16, além de um outro rapaz identificado como Patrick da Silva Diniz. Segundo testemunhas, os cinco meninos foram surpreendidos por homens armados no momento em que estavam na área de convivência do conjunto habitacional.O crime chocou defensores de direitos humanos do país inteiro. Eram jovens comprometidos com a cultura popular. Eles davam aulas de hip hop para crianças de oito a dez anos, perto de onde foram executados. Sobre o assunto, escreveu o professor Victor Barreto, aluno do curso de comunicação popular do NPC: “Eram jovens envolvidos na produção de espaços de cultura popular, no caso o hip hop, que se desenvolve imbricado no seio da própria cidade e manifestada através de marcas urbanas, como são as rodas de rap na rua e graffiti nos muros, por exemplo. Diferente da proposta de muito MCMV por aí, esses jovens estavam ajudando a construir uma cidade melhor, já que construir casa não é o mesmo que construir cidade, jogando as pessoas para áreas desestruturadas ou carentes de transporte, comércio, do seu local de trabalho e outros serviços urbanos básicos”.

consulte Mais informação

“O capitalismo não é o fim da história”

[Por Esquerda.net] No encerramento da conferência dos 200 anos de Karl Marx, realizada em Lisboa, Catarina Martins defendeu a liberdade para os presos políticos catalães, falou das medidas concretizadas esta semana para mudar a lei laboral e lembrou que os combates às desigualdades “foram sempre feitos pela luta de quem afrontou o capitalismo como sistema”. | Leia mais.

consulte Mais informação

Pin It on Pinterest