Autor: Luisa Vieira

Notícias da mídia hegemônica são mercadorias que moldam as relações sociais

[Por Paula Padilha – Terra Sem Males] Curso do NPC aborda surgimento das agências de notícias e da concentração da informação pelos conglomerados de mídia. Os pesquisadores de comunicação Francisco Fonseca (FGV-SP), Laurindo Leal (USP), Renata Mielli (FNDC) e Murilo Ramos (Unb) colocaram em foco o papel mídia (comercial, hegemônica, formada por oligopólios familiares) como operadoras do capitalismo para moldar seu público-alvo como cidadãos-consumidores. “A mídia assume papel especial da reprodução do capitalismo em que a notícia é mercadoria e intermedia as relações sociais”, afirmou Francisco Fonseca. | Continue lendo.

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Jornalistas debatem a importância da comunicação sindical na luta dos trabalhadores

[Por Camila Araujo – Sinttel Rio] Com o fim do imposto sindical obrigatório, o que será do setor de comunicação nos sindicatos? Jornalistas sindicais e historiadora mostram que é possível comunicar sem recursos. A mesa “O papel da comunicação na organização sindical” foi composta por mulheres que pensam e fazem comunicação sindical dia a dia, entre elas, Claudia Santiago, historiadora e coordenadora do NPC; Camila Marins, jornalista da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Engenheiros (Fisenge); e Maisa Lima, jornalista da Central Única dos Trabalhadores de Goiás. | Continue lendo.

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Militantes mostram o protagonismo dos moradores na organização popular

[Por Paula Zarth Padilha – Terra Sem Males] “O papel da comunicação e da educação na organização popular” foi tema de debate no segundo dia do 23º Curso Anual do NPC. “Não trabalhamos com nada construído pela hegemonia”. Assim nos inspira Mayra Ribeiro, militante feminista, negra, anti-abolicionista, anti-racista e anti hegemônica da Uneafro. “Lutamos pela existência e pela resistência”, declarou Inessa Lopes, do jornal Voz das Comunidades. “O papel da organização popular no Maranhão é resistir. Resistir para não morrer. De fome, de sede, para respirar”, declarou Emílio Azevedo, do jornal Vias de Fato. | Continue lendo.

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Era de devastação do trabalho é de escala global

[Por Paula Padilha – Terra Sem Males] Para promover uma reflexão sobre a nova configuração da classe trabalhadora no Brasil, o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) convidou a historiadora da Fiocruz Virgínia Fontes, os professores Ricardo Antunes, da Unicamp, e Mauro Iasi, da UFRJ, e o coordenador do MTST, Guilherme Boulos. Com abordagem marxista da mesa “A classe trabalhadora no século XXI” sobre a história (e conceitos) da classe trabalhadora, Virgínia situou como os trabalhadores se constituíram em classes operárias separadas, pelo capitalismo, em produtivas e improdutivas, em que quem define o trabalho é o capitalismo, a capacidade de gerar mais valia, e não a atividade, o produto do trabalho, mas o lucro. “O trabalhador é movido pela fome, pela necessidade de subsistência, pela condição de depender da força de trabalho para a própria existência. O conceito não se restringe a quem está empregado. Essa é a massa da classe trabalhadora”, explicou. | Continue lendo.

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Comunicação é ferramenta de consolidação de golpes na América Latina

[Por Paula Zarth Padilha – Terra Sem Males] Resgate histórico coloca a mídia como viabilizadora de golpes em países latino-americanos. Na mesa “Comunicação em tempos de golpe”, realizada durante o 23º Curso Anual do NPC na tarde de sexta-feira, 24 de novembro, o jornalista Beto Almeida, da Telesur, listou golpes de Estado ocorridos em diversos países da América Latina, situando os meios de comunicação como fomentadores das quedas ou tentativa de derrubada de presidentes que governaram favorecendo políticas públicas e sociais para a população. | Continue lendo.

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