Autor: Luisa Vieira

O papel da comunicação na organização sindical

De que forma a comunicação pode apoiar a organização dos trabalhadores e trabalhadoras? Quais são os desafios da comunicação e da organização popular no século XXI? Para debater essas questões vamos receber três jornalistas comprometidas com as lutas da classe trabalhadora. Camila Marins, jornalista da Federação Interestadual de Sindicatos dos Engenheiros (FISENGE); Claudia Santiago, jornalista, historiadora e coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC); e Maisa Lima, jornalista da Central Única dos Trabalhadores de Goiás (CUT-GO).

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O papel da comunicação e da educação na organização popular

Qual o papel e quais são os desafios da educação e da comunicação na organização popular no século XXI? Para fazer esse debate, vamos receber Claudia Santiago, jornalista, historiadora e coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC); Emilio Azevedo, jornalista e editor do jornal Vias de Fato e autor do livro “Uma subversiva no fio da história”, entre outros; Inessa Lopes, do Movimento das Comunidades Populares e jornal Voz das Comunidades; e Mayra Ribeiro, psicóloga e militante da UneAfro.

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A classe trabalhadora no século XXI

Diante de tantos ataques a direitos conquistados com muita luta, como a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, e a dificuldade de uma reação organizada da classe trabalhadora, surge a questão: quem é a classe trabalhadora do século XXI? Quais as suas características? Como se organiza? Para fazer esse debate fundamental para nossa conjuntura atual, receberemos Guilherme Boulos, uma das principais lideranças do MTST; Mauro Iasi, professor da Escola de Serviço Social da UFRJ; Ricardo Antunes, sociólogo e professor da Universidade Estadual de Campinas; e a historiadora Virgínia Fontes, professora da UFF e da Escola Politécnica da Fiocruz.

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A comunicação em tempos de golpe

Em 2016, um governo democraticamente eleito foi retirado da presidência da república por meio de um golpe. Os meios de comunicação que fazem parte dos grandes conglomerados desempenharam um papel fundamental neste processo, reforçando o discurso golpista e deslegitimando os movimentos de resistência. Por outro lado, a comunicação alternativa, produzida pelos trabalhadores, se mostrou indispensável à luta contra os desmandos das elites políticas e econômicas do país. Para debater esse tema, convidamos Beto Almeida, jornalista e um dos fundadores do Brasil de Fato e da Telesur; Ed Wilson Araújo, professor da UFMA e presidente da Abraço-MA; Sylvia Moretszohn, jornalista e professora da Universidade Federal Fluminense.

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O papel da mídia na criminalização dos sindicatos, dos movimentos sociais e da pobreza

A mídia tradicional desempenha há tempos um papel de destaque no processo de criminalização dos sindicatos, dos movimentos sociais e da pobreza. Militantes sindicais e de movimentos sociais e moradores das favelas e periferias do Brasil sentem, diariamente, o peso deste esforço de criminalização de suas lutas. No 23º Curso Anual do NPC, esse tema será debatido por Cecilia Olliveira, jornalista do The Intercept; Claudia Costa, jornalista da Conlutas; Gizele Martins, comunicadora popular e pesquisadora; e Kleber Mendonça, jornalista e professor da UFF.

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