Autor: Luisa Vieira

5ª aula do Curso Vito Giannotti de Comunicação Popular tem estudo de redação e lançamento da cartilha 1º de Maio

[Por Redação NPC – 11.04.2017] A quinta aula do Curso Vito Giannotti de Comunicação Popular aconteceu no sábado (08.04), no auditório do Sisejufe-RJ, e foi dedicada ao estudo da redação jornalística. Pela manhã, os alunos aprenderam as técnicas com a jornalista e professora Sheila Jacob e, à tarde, se reuniram em grupos para fazer exercícios e planejar as matérias que irão escrever nos próximos dias.

Durante a aula, aconteceu o lançamento da nova edição da cartilha “1º de Maio – dois séculos de lutas operárias” e cada aluno recebeu um exemplar. A publicação conta a história de luta dos trabalhadores pela jornada de 8 horas e está disponível para compra na Livraria Antonio Gramsci (http://livrariagramsci.com.br/).

Nove alunos que não faltaram a nenhuma aula foram presenteados com o livro “Padrões de manipulação na grande imprensa”, da Fundação Perseu Abramo. A próxima aula será no dia 29 de abril.

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Assédio e TV: tudo a ver

[Por João Paulo Cunha – Brasil de Fato MG – 13.04.2017] Em poucos dias, quatro personagens que gozam dessa geleia indistinta chamada ‘celebridade’ mostraram o que têm de pior. José Mayer foi autor de agressão sexual contra uma funcionária da emissora em que trabalha, a Rede Globo. Sílvio Santos cometeu assédio moral ao vivo e em cores contra uma jornalista do SBT, onde é o “patrão”. O cantor Victor, que apresentava um concurso de calouros para crianças, passou a ser réu no processo por violência física à mulher, grávida de seu filho. Inquérito por agressão à namorada tirou o médico Marcos Harter do BBB 17.

À primeira vista, a dimensão tomada pelos casos mostrou que houve uma reação social forte, principalmente das mulheres, que se uniram para denunciar e cobrar responsabilidades contra a violência, os assédios e a agressão. Além disso, a postura das emissoras, com maior ou menor grau de reconhecimento da gravidade em cada um dos casos, parecia emitir um sinal de autocrítica. No entanto, o constrangimento, cabotinamente anunciado até no Jornal Nacional, levou a punições brandas, como afastamento provisório dos envolvidos de suas atividades ou expulsão do participante do reality show, o que não foi mais que a aplicação da regra do jogo. | Leia o artigo completo.

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Meu nome não é Sininho, entrevista com Elisa Quadros

[Por Mariana Simões e Natalia Viana – Agência Pública – 13.04.2017] Depois de dois anos parado, o processo que procura condenar Elisa Quadros Pinto Sanzi e outros 22 ativistas presos durante os protestos de 2013 e 2014 no Rio de Janeiro deve chegar ao fim. Em abril, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) começou a julgar um habeas corpus que pedia a anulação de provas colhidas por um policial militar infiltrado nas manifestações sem autorização judicial.

Assim que o STJ proferir sua decisão, o caso que ficou conhecido como “processo dos 23”, no qual os jovens manifestantes são acusados de “associação criminosa agravada pelo uso de arma e a participação de adolescentes”, deve finalmente ser julgado pelo juiz Flávio Itabaiana, do Tribunal de Justiça fluminense. Itabaiana é conhecido como “linha-dura” e concedeu diversos pedidos de prisão temporária dos ativistas, incluindo no final da Copa do Mundo de 2014. | Confira a entrevista completa.

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Jornalista é condenado a indenizar Chico Buarque e sua família por ofensa

[Por Redação Revista Fórum – 15.04.2017] A juíza Simone Gastesi Chevrand, da 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro, condenou o jornalista e antiquário João Pedrosa a indenizar o músico e escritor Chico Buarque, Marieta Severo e suas filhas, Silvia, Helena e Luisa Buarque. Cada um deve receber R$ 5 mil.

Em dezembro do ano passado, Pedrosa comentou “família de canalhas. Que orgulho de ser ladrão” em uma foto no perfil do Instagram de Chico em que o cantor aparece com Marieta e as filhas.

Na mesma semana, Chico anunciou que iria processar o jornalista que, quando ficou sabendo, publicou uma carta aberta em que pediu desculpas ao escritor e contou que as ofensas foram motivadas por “sua associação ao PT e ao MST”.

A sentença da juíza determina ainda que Pedrosa providencie a publicação da decisão em jornais de grande circulação e nas suas redes sociais.

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Há 4 anos, Químicos Unificados faziam história na defesa dos direitos trabalhistas

O Sindicato dos Químicos Unificados, ex-trabalhadores da Shell/Basf e Atesq (Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas) batalharam por 13 anos na justiça pelos direitos dos ex-trabalhadores que foram contaminados por agrotóxicos, na fábrica em Paulínia. Ao longo desses anos mais de 70 companheiros morreram, a maioria em decorrência do câncer.

O caso foi parar no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília. No dia 8 de abril de 2013 as empresas foram condenadas a pagar a maior indenização por dano moral coletivo já determinada pela justiça brasileira no valor de R$200 milhões. As empresas ainda foram obrigadas a oferecer assistência médica vitalícia para os trabalhadores e dependentes, além de indenizações individuais.

Assista ao vídeo produzido pela TV Movimento para marcar essa data histórica para os trabalhadores.

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