Autor: Luisa Vieira

Série especial lançada pela TVT relembra o golpe civil-militar de 1964

“Lembrar e Resistir” – este é o nome da série documental produzida pela Rede TVT para relembrar o golpe civil-militar de 1964. Lançada nesta terça (04.04), a série especial contém quatro episódios com depoimentos de alguns funcionários da empresa Volkswagen sobre as perseguições que sofreram dentro e fora da fábrica. E, além disso, falam sobre a luta que travam na justiça, por uma reparação.

Em 2015, o Ministério Público Federal recebeu das mãos de centrais sindicais uma série de documentos, provas físicas e testemunhais de que a empresa alemã Volkswagen colaborou diretamente com os militares durante a ditadura.

Os documentos, organizados por ex-funcionários e comissões da verdade, indicam que a empresa fornecia informações sobre funcionários com atuação sindical e política para os órgãos de segurança da época. E também permitia torturas no interior da fábrica, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Leia os resumos e confira os episódios.

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No aniversário do Golpe civil-militar de 1964, militantes do Levante Popular da Juventude protestam em frente a uma das sedes da Rede Globo no Rio de Janeiro.

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Instituto Patrícia Galvão e Fundação Rosa Luxemburgo lançam o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata  

A obra debate as características dos feminicídios, denuncia sua perpetuação no Brasil – o quinto país com a maior taxa de assassinatos femininos no mundo – e destaca ainda a urgência do enfrentamento às violências contra as mulheres.

Com o objetivo de ampliar este debate urgente e necessário, o livro está disponível também para consultas, compartilhamentos e download na íntegra. Confira.

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Últimos lançamentos na Livraria Antonio Gramsci

A Livraria Antonio Gramsci fez o lançamento de dois livros no mês de março: “A Limpeza Étnica da Palestina” (R$62), do historiador israelense Ilan Pappé, e “Cidadania e Internet – Entre a representação midiática e a representatividade política” (R$32), escrito pelo jornalista Gustavo Barreto. Confira e garanta os seus exemplares!

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Por Amelinha Teles

O ódio às mulheres era muito grande na ditadura. Os agentes do Estado acreditavam que elas queriam superar os homens. Para eles, as mulheres estavam pegando em armas para tomar o poder dos homens. Então, as militantes eram promíscuas e atentavam contra a moral e os bons costumes. Por isso, os militares tentavam fortalecer o estereótipo da mulher filha, esposa, amante. A mulher que fosse livre e que decidisse ir para a luta, inclusive a armada, era odiada pelos homens.

[Amelinha Teles, militante presa e torturada pela ditadura militar do Brasil, participou do programa Aula Pública do site Opera Mundi]

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