Autor: Luisa Vieira

Série de vídeos no youtube resgata o protagonismo de mulheres negras em diversas áreas da sociedade

Toda quinta-feira, às 20h, a jornalista Luka França apresenta, em seu canal no youtube, uma lista com mulheres negras importantes em diversas áreas da sociedade. Os vídeos fazem parte da série recém-inaugurada “Foi preta quem fez”. Na estreia, foram apresentadas algumas negras cientistas e inventoras, em um vídeo inspirado no filme “Estrelas além do tempo”, que está em cartaz em todo o Brasil. O longa conta a história de três cientistas negras que foram fundamentais para a missão de envio do homem à lua. Para acompanhar a série, basta inscrever-se no canal e acompanhar as atualizações.

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Sardenberg articula o pensamento da Globo em tempos de Eike e Odebrecht

[Por Portal Viomundo] Em comentário na rádio CBN, Carlos Alberto Sardenberg colocou o milionário Eike Batista no colo de Lula e Dilma.

Referiu-se a fotos publicadas nos jornais “provando” a proximidade entre o trio e disse que Eike é o exemplo descarado do capitalismo “de favor”.

Tomado por súbita amnésia, esqueceu que trabalha num império construído de braços dados com a ditadura militar.

Primeiro, a ditadura destruiu o empresário Mario Wallace Simonsen, dono da TV Excelsior, “suspeito” de proximidade com o deposto João Goulart — em seu telejornal, a extinta emissora chamou o golpe de 1964 de golpe, não de “Revolução”.

Depois, a ditadura ajudou a construir a Globo. Leia a nota completa.

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Proposta de pauta: quem se beneficia com políticas sociais?

[Por Reginaldo Moraes – NPC/SP] Cotas? Ação afirmativa? Discriminação positiva? Tratamento desigual para desiguais? Todos esses temas viraram maldição para nossa classe média conformista. Agora está em marcha um programa federal de destruição e privatização da previdência e do SUS. As politicas de cotas são alvo de tiroteio, inclusive de um vereador negro de São Paulo, um garoto do MBL filiado ao DEM. Fiquem de olho nos programas especiais de TV que vão bater nessa tecla.

Essa reação, aqui no Brasil, não é muito original. Podemos aprender alguma coisa vendo o que acontece na matriz. Coisa parecida aconteceu nos Estados Unidos quando foram votadas leis de apoio aos direitos civis dos negros.

Para mostrar como essas reações eram “pouco informadas”, o estudioso americano Ira Katznelson disse que as políticas afirmativas tinham sido “brancas”. Desde muito tempo, no século XIX, a lei do acesso à terra era redigida de tal modo que só brancos podiam ser proprietários. Formalmente, negros também podiam se beneficiar da lei. Só que as regras…

Mesmo no período de legislação mais avançada, o New Deal dos anos 1930, com Franklin Roosevelt, acabava por beneficiar, fundamentalmente, os brancos. Naquela ocasião, se fez uma lei sobre previdência social e direitos trabalhistas, por exemplo. Detalhe: ficavam fora os trabalhadores rurais e os trabalhadores domésticos. Adivinhem onde estavam os negros e negras? Em 1946, uma lei fantástica de bolsas para acesso ao ensino superior, a lei dos veteranos (o chamado GI Bill). Beneficiados? Quase todos brancos. Acesso à casa própria via financiamento de hipotecas? As normas eram tão bem definidas que beneficiavam apenas… os brancos. Leia o texto completo.

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Mães lembram filhos mortos pela violência policial

No dia 16 de dezembro de 2016, mães de jovens mortos pela violência policial no Rio de Janeiro, montaram, na Cinelândia, uma árvore de Natal decorada com as fotos de seus filhos. O ato foi organizado pelos familiares e por militantes de movimentos de luta contra a violência de Estado, como a Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência, Mães de Manguinhos e o Movimento Moleque.

O Núcleo Piratininga de Comunicação esteve presente e entrevistou algumas dessas mães, que dividiram conosco um pouco de sua dor e de sua luta. Entre elas estava Janaína Mattos, moradora do Borel, mãe de Jhonata Dalber, morto pela UPP em junho de 2016 ao sair para comprar pipoca.

Confira!

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Entrevista com Francisco Louçã no 22º Curso Anual do NPC

Em entrevista durante o 22º Curso Anual do NPC, o economista, professor da Universidade de Lisboa e um dos fundadores do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, falou para a jornalista Najla Passos sobre o atual avanço do conservadorismo no mundo. Louçã também nos contou de que maneira a burguesia domina todo um sistema de produção de ideias dominantes e do senso comum no capitalismo, entre outras assuntos. Confira a entrevista com imagens do comunicador popular Eric Fenelon.

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