Autor: Luisa Vieira

Também será lançado, na Gramsci, o livro “Cidadania e Internet entre a representação midiática e a representatividade política”

A Editora Appris e o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) convidam para o lançamento do livro “Cidadania e Internet entre a representação midiática e a representatividade política”, do jornalista Gustavo Barreto. O lançamento será no dia 29 de março, às 19h, na Livraria Antonio Gramsci (Rua Alcindo Guanabara, 17 – Térreo, Cinelândia).

consulte Mais informação

Teve início a edição de 2017 do Curso Vito Giannotti de Comunicação Popular

[Por Ívina Costa – NPC] O Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) abriu nesta quinta (09.03) a 12ª edição do Curso Vito Giannotti de Comunicação Popular. A aula inaugural foi realizada na livraria Antonio Gramsci (Rua Alcindo Guanabara, 17, térreo – Cinelândia) e teve a participação de Cláudia Giannotti, coordenadora do NPC. Em alusão ao 8 de março, a jornalista falou sobre as conquistas e lutas travadas pelas mulheres ao longo da história.

A primeira aula externa aconteceu no dia 11. Junto ao professor de Geografia, Leon Diniz, os alunos fizeram uma caminhada pelo Centro histórico do Rio, da Cinelândia até a Praça da Harmonia, na Gamboa. Durante o trajeto, refletiram sobre as transformações urbanas ocorridas, sobretudo nos últimos anos, em função da Copa e da Olimpíada. Alguns dos pontos de parada foram a Candelária, Morro do São Bento e o Instituto dos Pretos Novos (IPN).

O Curso Vito Giannotti de Comunicação Popular acontece de março a outubro, sempre aos sábados, de 15 em 15 dias, das 9h às 17h. Neste ano, também haverá aulas teóricas durante a semana, a partir das 18h. O objetivo é incentivar a produção de veículos alternativos e também colaborar para a melhoria e ampliação dos já existentes. Por isso, o público alvo são estudantes de comunicação, moradores de favelas, jornalistas, sindicalistas, comunicadores populares e lutadores sociais.

Nesta edição, os alunos terão aulas práticas de redação, entrevista, pauta, produção de vídeos, web rádio, etc. Eles também vão participar de debates e reflexões sobre a importância da comunicação contra-hegemônica, análise crítica da mídia, democratização da comunicação, entre outros temas.

consulte Mais informação

Falta de comunicação ou falta de política?  

[Por Reginaldo Moraes-NPC] Quando é escassa, a informação, em sentido amplo, dá autoridade a quem a tem. Concentrada pela escassez. Assim, em certas sociedades, domínio de certos códigos e interpretações dos fenômenos dava aos feiticeiros o governo das almas inocentes. Bem, há feiticeiros e almas inocentes em todas as sociedades. Só mudam de cara.

Quando os meios de difusão se multiplicam e “vulgarizam”, a autoridade da “fonte” diminui, dessacraliza-se. Primeiro, a fonte tradicional da informação é contestada. Depois, toda a informação, de toda e qualquer fonte, começa a ter o mesmo valor ou quase o mesmo valor – e quando é assim, toda verdade tende ao valor zero, isto é, tende a ser contestada e contestável.

Contudo, no limite, isso levaria à proliferação de guetos de verdades, articulados em torno das diversas fontes. Uma torre de babel.

A “explosão” da comunicação via tecnologias telemática é um fenômeno de poucas décadas. Ainda assim, a cada ano, ela duplica a informação disponível. Já havia e-mail e aplicações comerciais nos anos 1980. Os franceses tinham compra por Minitel. Mas os servidores de web surgiram em 1990. Os blogs são do final dessa década, quando também se generaliza a troca de música pelos MP3. Facebook é coisa de 2004. Mas isso mudou bastante a compreensão das coisas, o modo de falar e de produzir fatos.

Essa explosão e geração de múltiplas fontes e suas respectivas verdades contribui para diminuir a autoridade, mas também para aumentar a incerteza. | Continue lendo.

consulte Mais informação

“Se reforma da Previdência fosse justa, valeria para políticos”, critica Stedile

[Por Vívian Fernandes/ Brasil de Fato] Alterar a idade mínima e o tempo de contribuição para a aposentadoria. Esses são alguns dos pontos da reforma da previdência promovida pelo governo de Michel Temer. A medida é polêmica pois mexe com a vida de trabalhadores da cidade e também com a dos trabalhadores rurais, principalmente das trabalhadoras rurais. Dessa forma ela vem sendo muito criticada por movimentos populares e por centrais sindicais.

Para debater e entender melhor esse tema e outros da política nacional, o jornal Brasil de Fato entrevistou João Pedro Stedile, que faz parte da direção nacional do MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). | Confira a entrevista completa.

consulte Mais informação

Pin It on Pinterest