Autor: Luisa Vieira

Claudia Santiago Giannotti participa de encontros da CSP-Conlutas e da CUT-SP

Em dezembro, Claudia Santiago Giannotti, coordenadora e criadora do NPC, participou de encontros de comunicação de duas centrais sindicais. No dia 10, ela esteve no 2º Encontro Nacional de Comunicação da CSP-Conlutas, e participou da mesa com o tema geral “Avançar na comunicação dos trabalhadores”, juntamente com Ana Claudia Mielke e Rita Freire. E no dia 12, ela participou do 2º Encontro Estadual de Comunicação da CUT-SP, no qual falou durante mais de 3 horas sobre a importância da Comunicação Sindical. A linguagem dos veículos sindicais foi um dos temas centrais de sua fala.

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A classe trabalhadora norte-americana: o gigante adormecido está se mexendo?  

[Por Reginaldo Moraes/ NPC] A evolução recente da classe trabalhadora norte-americana tem sido alvo de atenção de numerosos livros, artigos, conferências. Um de seus segmentos, a chamada “classe trabalhadora branca”, foi amplamente anunciado, com algum acerto mas muito exagero, como uma base fundamental do eleitorado de Donald Trump. O populista de direita teria explorado a angústia e a insegurança desse grupo diante dos efeitos perversos da globalização. A decepção da White Working Class (classe trabalhadora branca) com o Partido Democrata teria esvaziado Hilary Clinton e, até, levado votos a Trump. Comentarei outros livros em outros artigos. Aqui resumimos argumentos do estudo de Tamara Draut – Sleeping Giant: How the New Working Class Will Transform America (ed. Doubleday, 2016). A autora é vice-presidente de Demos, um think tank progressista sediado em New York. Ela tenta responder ao mistério do suposto “desaparecimento” da classe trabalhadora e procura mostrar os sinais que mostrariam seu novo despertar, suas lutas, suas novas formas de organização. | Continue lendo.

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Mais um avião caiu: somos todos Chape, Rafael Braga não é ninguém

[Por Mauro Luis Iasi] Lamentamos informar que neste terrível ano que parece não acabar nunca, tivemos a notícia de mais um terrível acidente envolvendo uma aeronave. As informações ainda são muito desencontradas uma vez que grandes redes de televisão insistem em dizer que o acidente não ocorreu, destorcem e ocultam os fatos, prejudicando muito a compreensão do ocorrido.

Ainda não sabemos ao certo o número de vítimas e sobreviventes. O avião caiu em um lugar de difícil acesso. As equipes de salvamento tiveram que pegar vários ônibus, fazer baldeação para pegar o trem e se demoram a chegar ao local que ainda sofre, nesta época do ano, com inundações frequentes.

Sabe-se, entretanto, que a maioria das vitimas é jovem e negra. As causas da morte são estranhamente bizarras: muitos morreram porque foram atingidos por balas perdidas, outros tem marcas de tiro pelas costas ou na nuca, numa evidência que pode ter havido execuções. Uma mulher parece ter sido arrastada ao ser presa no compartimento de bagagem quando ainda estava viva. Muitos corpos estão desaparecidos e outros aparecem com claros sinais de tortura. | Continue lendo.

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Três grandes desafios sindicais para 2017

[Por Clemente Ganz Lúcio/Dieese] O planejamento do Dieese para 2017 procura responder ao cenário de desafios do movimento sindical, indicando três grandes prioridades para a atuação das Centrais Sindicais.

– Centralidade do emprego na luta sindical, seja porque é condição para a vida econômica, seja porque o salário é mobilizador da demanda pelo consumo, animador da atividade produtiva das empresas e da capacidade fiscal pela arrecadação tributária. / – Enfrentamento das profundas transformações – e regressões – que as medidas de ajuste fiscal e reformas previdenciárias farão no sistema de seguridade social brasileiro. A disputa será garantir a sustentabilidade de uma seguridade social de caráter universal para a Previdência, assistência e saúde, cujos princípios sejam a igualdade e a equidade. / –
Proteção da legislação trabalhista. A regulamentação de questões como a terceirização, a proteção à saúde e segurança no trabalho, as novas formas de ocupação que se multiplicam no setor de serviços e que também invadem a indústria, o comércio e o trabalho no campo, deve considerar a qualidade do emprego e das relações de trabalho.

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Pedrinho Guareschi: Nós vivemos uma ditadura da mídia

[Por Kátia Marko com edição de Claudia Giannotti– NPC] Pedrinho Guareschi esteve no 22º Curso Anual do NPC, participando da mesa sobre “Ideologia, representação e análise crítica da mídia”. Nessa entrevista, concedida à jornalista Katia Marko, ele fala sobre como os meios de comunicação tradicionais determinam nossas formas de estar e agir no mundo. Ele chama a atenção ainda para o fato de, apesar de haver novas e plurais mídias sociais, entre 70 e 80% da população se orienta e se informa pela TV aberta. “E, no caso brasileiro, isso é um escândalo, pois a TV aqui possui pouquíssimos donos, coisa que em outros países não é bem assim”, afirmou. É por isso que ele diz considerar que não vivemos em uma democracia, mas sim em uma ditadura da mídia. Confira a entrevista completa.

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