Autor: Luisa Vieira

Por que isto não está nos telejornais?

[Por Reginaldo Moraes – NPC/SP] Círculo vicioso: Os ricos compram a política. E a política aumenta a riqueza dos ricos. A estória é simples e instrutiva. Está num relatório recente da organização humanitária Oxfam, mas os dados são pura e simplesmente do sistema de contas federais e dos relatórios do Incra. Se quiser ler, o documento da Oxfam é este: Terrenos da Desigualdade – Terra, agricultura e desigualdades no Brasil rural, Oxfam Brasil, 2016. Disponível aqui. | Leia o artigo completo.

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Obama, ato final da farsa

[Por Reginaldo Moraes*] Obama parece decidido a fechar com chave de ouro sua passagem pela Casa Branca. Como corria o risco de desaparecer em seu mar de mediocridades, tentou um lance arriscado no final de 2016. Aqueles velhos conhecidos do imaginário ianque pareciam ser o alvo ideal: os russos, sempre eles. Ainda não foram inteiramente substituídos pelos árabes e iranianos no zoológico de animais perversos dos filmes e séries de tv. Aí vem 00Obama contra Moscou.

Há oito anos atrás, um inusitado presidente negro assustava a direita mais raivosa e embevecia uma certa esquerda poliânica, aquela sempre disposta a delegar a um príncipe a salvação dos plebeus. A montanha pariu um rato. No more than this (Nada mais do que isso). | Leia o artigo completo.

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No Globo de Ouro, Meryl Streep faz discurso defendendo estrangeiros, arte e contra Donald Trump

No último domingo, Meryl Streep recebeu o prêmio especial “Cecil B. DeMille”, pelo conjunto da obra, na premiação do Globo de Ouro. No seu discurso, a atriz falou contra a política de Donald Trump, presidente recém empossado dos Estados Unidos, e pediu mais empatia e reconhecimento da importância dos estrangeiros. A atriz também falou sobre o papel da arte e dos artistas. Vale a pena conferir para começar bem a semana!| Confira.

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Campanha defende trabalho, direitos e patrimônio público e convoca Plenária dos Atingidos por Sartori durante Fórum Social das Resistências

[Por Katia Marko – NPC/RS] Centrais Sindicais, Sindicatos, movimentos sociais, organizações não governamentais, associações das mais diversas ordens, artistas, intelectuais e cidadãos em geral do Rio Grande do Sul lançaram em dezembro a Campanha “Em Defesa do Trabalho, dos Direitos e do Patrimônio Público”.

O objetivo da campanha é denunciar toda tentativa de retirada de direitos conquistados pelo povo brasileiro. Ao mesmo tempo é organizar a resistência em unidade de ação a qualquer medida que venha agravar a vida dos mais necessitados e daqueles que, com seu trabalho, geram a riqueza do nosso país. A inspiração dos organizadores é a Campanha contra a ALCA, realizada nos anos 1990, e que reuniu uma parcela significativa da sociedade em torno desta causa.

“Com essa campanha, queremos alertar a sociedade sobre os verdadeiros interesses por trás de propostas como as que promovem cortes de gastos por 20 anos em áreas como educação e saúde, querem jovens estudantes de ensino médio sem acesso ao pensamento crítico, privatizam o patrimônio público e atacam a cultura, o conhecimento científico e tecnológico. Queremos também chamar a atenção para a ilegitimidade da chamada dívida pública e de outros mecanismos perversos como subsídios aos mais ricos e sonegação de impostos por parte de grandes empresas. Por isso, nos organizamos”, salienta a carta divulgada no site da campanha.

Neste início de 2017, já está previsto o lançamento de um Jornal da Campanha e a realização de uma Plenária dos Atingidos por Sartori, no dia 19 de janeiro, às 17h30, no Largo Glênio Peres, em Porto Alegre, durante o Fórum Social das Resistências. Veja mais informações.

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A internet está sob ameaça no Brasil

[Com informações do FNDC] Entidades que defendem a democratização do acesso à internet e a proteção dos direitos dos usuários denunciaram as ameaças ao setor no Brasil, no 11º Fórum de Governança da Internet (IGF), realizado pela ONU, em de dezembro, no México. Participaram representantes de 83 países.

A ação resultou na produção do “Manifesto de Guadalajara pelos Direitos e Governança da Internet no Brasil”. O documento, assinado por mais de 40 entidades internacionais, critica propostas do governo brasileiro que alteram o Marco Civil da Internet (MCI) e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Para Bia Barbosa, secretária-geral do FNDC e integrante do Intervozes, “a limitação do acesso à internet e os projetos de lei para promover vigilância em massa violam a privacidade dos usuários e a liberdade de expressão”. A jornalista acredita que modificações no Marco Civil da Internet e no Comitê Gestor da Internet preocupam a comunidade internacional porque o Brasil se tornou referência internacional na agenda de governança da internet.

Bia afirma que as ameaças não estão acontecendo só no Brasil. “Propostas que restringem a liberdade de expressão e a construção de mecanismos que violam a liberdade nas redes são desafios que outros países enfrentam também.”

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