Autor: Luisa Vieira

Série Black Mirror ajuda a pensar nas consequências da tecnologia

No último mês estreou, na Netflix, a nova temporada da série Black Mirror, que trata do avanço e do poder dos aparelhos eletrônicos e das consequências da dependência tecnológica. Os últimos dois capítulos, especialmente, são boas dicas para quem quer pensar sobre a fabricação dos inimigos e também sobre as consequências da destilação do discurso de ódio pelas redes sociais.

“Black Mirror tem como característica a capacidade de gerar uma espécie de paranoia tecnológica, uma angústia relacionada à maneira como a interface digital está se fazendo presente de maneira determinante em todos os âmbitos da vida em sociedade”, publicou Ana Freitas no artigo “Por que a série ‘Black Mirror’ é tão perturbadora”. Para ler, basta acessar aqui.

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Por Ana Júlia, de 16 anos, em discurso na Assembleia Legislativa do Paraná

A minha pergunta inicial é: De quem é a escola? A quem a escola pertence? […] É com a confiança de que vocês conhecem essa resposta que eu falo sobre a legitimidade desse movimento [de ocupação das escolas]. É um insulto a nós que estamos lá, nos dedicando e procurando motivação todos dias, ser chamados de doutrinados. É um insulto aos estudantes, é um insulto aos professores. A nossa dificuldade em conseguir formar um pensamento é muito maior que a de vocês. Temos que ver tudo que a mídia nos passa, fazer um processo de compreensão, de seleção, para conseguir ver do que vamos ser contra, do que vamos ser a favor. É um processo difícil decidir por que lutar. Mesmo assim a gente ergueu a cabeça e estamos enfrentando isso.

[Para assistir ao discurso completo, basta acessar aqui.]

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Os trabalhadores e o direito à cidade: o urbano como lugar pleno da vida

[Por Tatiana Lima – NPC] A cidade como o lugar do encontro, da reunião de pessoas, e da circulação de saberes e sentidos. A cidade como o palco da disputa do campo simbólico do capital e reivindicação do direito à vida e da experiência heterogênea de organização, afetos e luta para a formação de uma sociedade menos desigual. Essa foi a tônica da mesa “Os trabalhadores e o direito à cidade” no Curso Anual do NPC, realizada em 19 de novembro. O painel reuniu o professor da UFF, Márcio Castilho; a jornalista Sabrina Duran; Renata Souza, jornalista e doutoranda em comunicação; e Sebastião Neto, do IIEP-SP. | Continue lendo.

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