Autor: Luisa Vieira
É preciso não ter medo e resistir aos golpes, dizem Ana Helena Tavares e Sílvio Tendler
[Por Rosangela Ribeiro Gil – NPC] O segundo dia do 22º Curso Anual do NPC, realizado entre 16 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro, foi finalizado com o lançamento do livro “O problema é ter medo do medo – O que o medo da ditadura tem a dizer à democracia” com a presença da autora, a jornalista sindical Ana Helena Ribeiro Tavares e do cineasta Sílvio Tendler. Primeiramente, Tavares disse que era uma honra poder estar no curso idealizado, há duas décadas, por Vito Giannotti, a quem conheceu na inauguração, em 2014, de busto em homenagem a Rubens Paiva, na Praça Lamartine Babo, na Tijuca, em frente ao 1º Batalhão de Polícia do Exército, antigo DOI-Codi, que foi torturado e morto pelos militares naquele local. | Continue lendo.
consulte Mais informaçãoMarcelo Freixo: “Mais do que resistir, a esquerda precisa re-existir”
O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) deu entrevista ao economista português Francisco Louçã, um dos líderes do Bloco de Esquerda. Ele esteve no Brasil a convite do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) para participar do 22º Curso Anual. Nessa entrevista, Freixo fez um balanço da esquerda brasileira e destacou alguns desafios para os tempos que virão. | Confira a entrevista completa.
consulte Mais informaçãoFilme Ao sul da fronteira
Esse foi o filme que inspirou o tema da primeira mesa do 22º Curso Anual do NPC. Ele retrata um período de esperança à classe trabalhadora da América Latina, com a eleição de diversos governos progressistas no continente. O diretor, Oliver Stone, na ocasião, fez entrevistas com o venezuelano Hugo Chávez, o paraguaio Fernando Lugo, os argentinos Cristina e Nestor Kirchner, o equatoriano Rafael Correa, o boliviano Evo Morales, o cubano Raúl Castro e o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Naquela época, já apontava para a ameaça aos interesses dos EUA representada por tais mandatários. Confira aqui!
consulte Mais informaçãoFilme Grita Povo – Comunicação popular da classe operária
Esse foi o documentário que inspirou o NPC a produzir um filme sobre a comunicação popular no Rio de Janeiro hoje. A partir do jornal “Grita Povo”, criado no final da ditadura militar (1978-1981) e que dá o nome ao filme, cria-se o enredo do documentário. A criação desse jornal foi uma das medidas desenvolvidas pelas necessidades de driblar a censura e pela percepção da necessidade dos trabalhadores de documentarem sua própria luta. Na segunda parte do filme mostra-se como a comunicação e a educação, juntas, foram as armas utilizadas por aquela comunidade de São Miguel Paulista na luta por uma sociedade diferente daquela que lhes era oferecida pela ditadura. O filme está disponível aqui.
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