Autor: Luisa Vieira

Livro recém-lançado sobre a imprensa feminina e feminista no Brasil desde o séc. 19

A pesquisadora de história e literatura feminina Constância Lima Duarte, da UFMG, lançou o dicionário ilustrado Imprensa feminina e feminista no Brasil no século XIX. É um mapeamento de 143 publicações dirigidas ao público feminino de norte a sul do país. Essa é uma verdadeira revisão da história de nossa imprensa, com destaque para as mulheres que protagonizaram esse movimento e que muitas vezes são esquecidas. Os títulos e as temáticas são variados. Muitos deles, por exemplo, defendem o direito das mulheres de frequentarem escolas e espaços públicos. Vale a pena conhecer essa história!

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Emicida grava clipe em homenagem às mães de vítimas da violência policial

O rapper Emicida apresentou, neste mês, uma nova gravação para sua música “Chapa”. No vídeo, são homenageadas as Mães de Maio, mulheres de São Paulo que transformaram sua dor em luta após o assassinato de seus filhos pela polícia. Além delas, outras mães de vítimas de violência policial de outros estados também aparecem. A música trata de saudade, ausência e esperança de reencontrar quem a gente gosta. Diz o refrão: “Mal posso esperar o dia de ver/ Você voltando pra gente/ Sua voz avisar, o portão bater/ Acende um riso contente/ Vai ser tão bom”. A letra já é emocionante. O clipe, então, mais ainda! Para conferir, basta acessar aqui.

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Por Maria do Rosário

Respeitemos quando uma mulher tem a oportunidade de presidir os trabalhos. Eu sou uma mulher, e peço aos senhores e senhoras que não tomem atitudes intimidatórias, porque eu não me intimido, e nenhuma mulher aqui dentro.

[Maria do Rosário (PT-RS) presidiu, na quarta (14.9), uma sessão na Câmara dos Deputados sobre violência contra as mulheres. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) pediu a palavra diversas vezes, sem respeitar o tempo das inscrições, e chegou a ensaiar algumas ameaças, mas a deputada não se intimidou.]

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Por Márcia Tiburi

Para os que não gostam de ver nada sem maquiagem, para quem não entende que questões sociais, éticas, políticas e econômicas podem e devem estar em cena, e mesmo para os que acham que questões corporais e sexuais devem ser ocultadas, “Aquarius” parecerá insuportável. Para quem não gosta de pensar demais, o filme pode causar algum tipo de mal estar.

[Texto sobre o filme “Aquarius”, dirigido por Kleber Mendonça Filho]

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