Autor: Luisa Vieira

Fasubra realiza III Encontro de Comunicação

A FASUBRA Sindical realiza o seu III Encontro de Comunicação, nos dias 20 e 21 de outubro em Brasília-DF. Na ocasião será realizado o lançamento do novo site da Federação. A jornalista Claudia Santiago estará na mesa de abertura debatendo o tema “Comunicação sindical na disputa de hegemonia – o movimento sindical e a disputa comunicacional no Brasil”. Na parte da tarde, Claudia ministra oficina sobre “Técnicas no Jornalismo Sindical”.

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Campo de futebol Dr. Sócrates, na Escola Florestan Fernandes

Um grupo de professores universitários está promovendo a campanha de arrecadação para construção do campo de futebol Dr. Sócrates, na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF). O campo será um espaço de saúde e lazer que atenderá os mais de 200 educandos e educandas que, muitas vezes, ficam na escola para estudar por semanas ou meses. Além disso, o projeto atenderá as crianças das comunidades de Guararema, local em que a ENFF está instalada. O espaço também servirá de ponto de encontro e apoio de times populares. Para participar, acesse.

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IG demite Paulo Henrique Amorim e tira site do ar

[Redação – Carta Maior- 18.06.2016] O jornalista Paulo Henrique Amorim confirmou por telefone, no final da tarde de terça-feira, que foi demitido pelo portal IG por fax, informou Luiz Carlos Azenha, do site Vi o Mundo. Amorim relatou a Azenha que foi informado, por volta das 17 horas, por fax, que o portal não renovaria o contrato, que vence no dia 31 de dezembro deste ano. No fax, o IG menciona uma cláusula no contrato que daria ao portal o direito de tirar o site do ar dentro do prazo de 60 dias que antecede o fim do contrato.

“Paulo Henrique Amorim, que também é repórter da TV Record, é crítico tanto de José Serra quanto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”, lembrou Vi o Mundo, que também informou:

Em breve vai entrar no ar um novo site de Paulo Henrique Amorim. Fique ligado!

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Mobilização de professores deixa seis mortos no México

[Texto: CNTE] No último dia 19 de junho, um protesto pacífico de professores no México, terminou com 6 pessoas mortas e deixou dezenas de feridos, no confronto. A repressão contou 800 policiais federais, helicóptero, bombas de gás lacrimogêneo e armamento pesado.

Cerca de 500 manifestantes entre, professores, pais e estudantes, bloquearam a rodovia 190, em Oaxaca, estado do sul mexicano. O ato era pelo fim das reformas na educação, adotadas há três anos pelo presidente Enrique Peña Nieto, e que já causou milhares de demissões injustas, comprometendo a mais do que precária qualidade do ensino.

Durante os enfrentamentos, que iniciaram por volta das 10 horas e se prolongaram até as 15 horas, vários ônibus e automóveis foram queimados. Ao final, a comunidade conseguiu fazer com que os militares retrocedessem.

Diante do ocorrido, movimentos sociais e entidades populares, artistas e intelectuais mexicanos e de outros 14 países fizeram uma conclamação a que o governo de Peña Nieto pare com a repressão e atenda às “justas demandas” do magistério com soluções apropriadas.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) repudia a violência contra os professores em Oaxaca, e apela a toda a comunidade de ensino, estudantes e a sociedade em geral para mostrar sua rejeição ao ocorrido e exigir justiça para as vítimas.

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