Autor: Luisa Vieira

#NPC30anos: Concluída a primeira etapa da turma de 2024 do Curso de Comunicação Popular do NPC 

Estamos na reta final de mais uma edição do Curso de Comunicação Popular do Núcleo Piratininga de Comunicação. A turma de 2024 tem uma marca especial: é a 20ª a ser formada desde que o curso aconteceu pela primeira vez, lá em 2004. E, mais uma vez, aqueles que encantam a caminhada do NPC nos presentearam com uma gente muito especial para viver essa etapa junto conosco. No sábado, dia 22, aconteceu a última aula presencial com o tema “Comunicação e Organização Popular”. Para fazer esse papo, tivemos as presenças da coordenadora do NPC, Claudia Santiago, da comunicadora comunitária Gizele Martins, e de Marcelo Edmundo e Gorete Gama, da Central de Movimentos Populares (CMP). O local escolhido para esse encontro especial foi o Quilombo da Gamboa, território de resistência da luta por moradia na região central da cidade. E para finalizar, um almoço coletivo com uma deliciosa feijoada especialmente preparada pelo Roberto, uma das lideranças do quilombo, para o encerramento desta fase. A partir de agora, é muito trabalho e produção da próxima edição do jornal Vozes das Comunidades! O Curso de Comunicação Popular do NPC acontece anualmente com apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e do Sinpro-Rio.

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É tudo deles – sobre a propaganda da “Alternativa para a Alemanha” (AfD)

[Por Bruna Della Torre | Blog da Boitempo] No dia 9 de junho, a Alemanha elegeu 96 das 720 cadeiras para o Parlamento Europeu. 46,6% dos votos foram para a direita, sendo 30% para a União Democrata-Cristã (coligação entre CDU e CSU) e 15,9% para a Alternativa para a Alemanha (AfD). Este tornou-se, assim, o segundo partido mais importante da Alemanha no âmbito europeu. […] A grande vitória nas eleições de domingo, segundo a interpretação que circula na grande mídia, explica-se, principalmente, pela rejeição ao governo da Coalizão Semáforo. E, de fato, o governo da Coalizão tem sido uma decepção da esquerda à direita. Mas a mera rejeição de um lado não explica a migração dos votos para a extrema-direita. Parece-me que, para explicar essa guinada, é preciso combinar a análise de conjuntura com uma análise da propaganda da AfD, que tem sido muito eficaz em mobilizar a insatisfação e o desejo de mudança que orienta atualmente a política nacional. | Leia o artigo completo.

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Há um genocídio em Gaza e sou arrastado para ele, diz jornalista e quadrinista Joe Sacco

[Por Fernanda Canofre | Agência Pública] Joe Sacco passou os últimos oito meses dividido entre terminar um livro sobre um conflito violento que aconteceu na Índia em 2013, acompanhar as notícias sobre a guerra na Palestina e desenhar comentários a respeito dela em uma coluna intitulada “A guerra em Gaza”, para o The Comics Journal, publicada desde o fim de janeiro. No início de junho, ele concluiu os dois trabalhos – o livro que faz há dez anos e a coluna – e decidiu se afastar por um tempo do jornalismo e de desenhar. Nascido em Malta e vivendo nos Estados Unidos, Sacco publicou Palestina (1993), um livro que se tornou referência no jornalismo em quadrinhos, por volta do fim da Primeira Intifada (1987-1993) e da sua primeira visita à região. Alguns anos depois, ele voltou para contar a história de massacres ocorridos nas cidades de Rafah e Khan Younis, em 1956, tentando lançar luz aos eventos do presente através do passado em Notas sobre Gaza (2009). Quando começou a seguir os eventos que escalaram na guerra mais recente no território, após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023, Sacco sentia algum envolvimento pessoal nos fatos. Com amigos na Palestina e provocado por um e-mail do editor do livro homônimo, Gary Groth, ele decidiu voltar a escrever e começou a coluna “A Guerra em Gaza”. Sacco conversou com a Agência Pública por cerca de uma hora sobre os desenhos da guerra atual, perspectivas políticas nos Estados Unidos e seu último trabalho, Pagar a terra (2020) – um livro sobre décadas de violações contra o povo indígena Dene, no norte do Canadá. A história, recém-traduzida e publicada no Brasil pela Companhia das Letras, cobre desde a exploração de recursos minerais naturais em suas terras até o sistema de educação imposto às comunidades indígenas pelo governo canadense. | Leia a entrevista completa.

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