Autor: Luisa Vieira

Rapper GOG

“A Rede Globo me mandou outro convite: […] querem que eu suba ao palco na Esplanada dos Ministérios em 15 de junho de 2014, num evento produzido em parceria com a FIFA e outros mais com transmissão para todo o planeta. Gostaria de dar minha resposta em cadeia mundial, aqui e agora, dia 06/12/13, dia dos sorteios dos grupos da copa. NÃO ACEITO O CONVITE, NÃO NEGOCIO COM VOCÊS, NÃO ME PROCUREM MAIS, ESQUEÇAM O MEU NOME! Vocês patrocinam o apartheid brasileiro”

[dezembro de 2013]

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Exposição em SP apresenta obras de mulheres pioneiras na arte

Brasileiras que desafiaram o seu tempo e as convenções e passaram a produzir obras de arte e a se profissionalizar no ramo são o tema de uma exposição na Pinacoteca de São Paulo. A exposição “Mulheres Artistas: As Pioneiras (1880-1930)” fica em cartaz até o dia 6 de setembro e apresenta cerca de 50 obras entre pinturas, desenhos e esculturas, muitas delas inéditas ao público. Entre as artistas que terão suas obras expostas estão Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Beatriz Pompeu de Camargo, Abigail de Andrade [que ganhou a primeira medalha de ouro na 26a Exposição Geral de Belas-Artes, em 1884] e a escultora Julieta de França [a primeira artista brasileira a ganhar um prêmio de viagem ao exterior, em 1900]

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LIVRO Malala: a menina que queria ir para a escola

Malala Yousafzai quase perdeu a vida por querer ir para a escola. Ela nasceu no vale do Swat, no Paquistão, uma região de extraordinária beleza. Malala cresceu entre os corredores da escola de seu pai, Ziauddin Yousafzai, e era uma das primeiras alunas da classe. Quando tinha dez anos viu sua cidade ser controlada pelo grupo extremista Talibã. Armados, eles vigiavam o vale noite e dia, e impuseram muitas regras. Proibiram a música e a dança, baniram as mulheres das ruas e determinaram que somente os meninos poderiam estudar. Mas Malala foi ensinada desde pequena a defender aquilo em que acreditava e lutou pelo direito de continuar estudando. E, por isso mesmo, quase morreu. Em 9 de outubro de 2012, quando voltava de ônibus da escola, sofreu um atentado a tiro. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.

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NPC produz documentário sobre a comunicação popular no Rio de Janeiro

Em 2014, o NPC produziu um filme que mapeia diversas experiências em comunicação popular na cidade do Rio de Janeiro. São jornais, programas de rádio e de televisão produzidos por moradores de diversas comunidades, como o morro do Borel, o conjunto de favelas da Maré, Santa Marta, Rocinha, Cidade de Deus e outros espaços. O filme, produzido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação, também apresenta a experiência da entidade na promoção de cursos para a formação de comunicadores populares e no incentivo à criação de veículos produzidos pelos trabalhadores para os trabalhadores. Assista aqui!

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