Autor: Luisa Vieira

Moishe Postone participa de debate no Sindicato dos Jornalistas no dia 16/06, às 18h

Amanhã, 16/06, às 18h, o professor Moishe Postone, um dos maiores estudiosos do marxismo no mundo, lança seu livro ‘Tempo, trabalho e dominação social – uma reinterpretação da teoria crítica de Marx’ (Boitempo), na sede do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro. Além do lançamento, haverá também um debate sobre a atual conjuntura de crise global. O endereço é Rua Evaristo da Veiga, 16, 17º andar, Centro.

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Lançamento do livro “Direitos Negados”

No dia 11 de junho, quinta-feira, às 18:30h, o livro “Direitos Negados – um retrato da luta pela democratização da comunicação” (R$30), organizado por Renata Mieli, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, será lançado na Livraria Antonio Gramsci. Às 19h terá início um debate com a organizadora, Renata Mieli, o professor da Escola de Comunicação da UFRJ, Marcos Dantas, e com o cientista político Theófilo Rodrigues.

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Livro Agenda do NPC de 2016 será sobre lutadores e lutadoras do povo brasileiro

Já estamos em fase final da pesquisa para nosso Livro Agenda de 2016, que terá conteúdo inédito. Com o tema Lutadores e lutadoras do povo brasileiro, cada dia apresentará um(a) militante que se dedicou à defesa de um país justo, igualitário, livre de opressões e explorações. Em nossas páginas, merecem destaque feministas, operários, camponeses, estudantes, sindicalistas, negros escravizados, indígenas e tantos outros que ofereceram suas vidas ao combate à ditadura civil-militar brasileira.

Como nos outros anos, prepararemos edições personalizadas para os sindicatos. Os que tiverem interesse podem enviar um e-mail para npiratininga@piratininga.org.br, que em breve mandaremos o orçamento e as condições para a organização do material.

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Lançamento do livro “Direitos Negados” na Livraria Antonio Gramsci

No dia 11 de junho, quinta-feira, às 18:30h, o livro “Direitos Negados – um retrato da luta pela democratização da comunicação” (R$30), organizado por Renata Mieli, será lançado na Livraria Antonio Gramsci. A obra é uma realização do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. Às 19h terá início um debate com a organizadora, Renata Mieli; o professor da Escola de Comunicação da UFRJ, Marcos Dantas; e com o cientista político Theófilo Rodrigues.

A Livraria Antonio Gramsci fica na Rua Alcindo Guanabara, 17. Cinelândia, centro do Rio de Janeiro.

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A mídia brasileira ainda discrimina árabes e muçulmanos

[Por Rasheed Abou-Alsamh] No imaginário brasileiro, árabes são todos ricos, sultões, donos de imensas riquezas petrolíferas. Mas são também trapaceiros, gananciosos e capazes de até vender a própria mãe. Apesar de os primeiros muçulmanos terem chegado ao Brasil mais de 180 anos atrás, entre os escravos trazidos da África, e os pioneiros imigrantes árabes terem vindo há mais de cem anos, ainda há ideias distorcidas na mente de brasileiros do que é ser árabe ou muçulmano.

O imaginário brasileiro, árabes do Golfo são todos ricos, sultões, donos de imensas riquezas petrolíferas. Mas são também trapaceiros, gananciosos e capazes de até vender a própria mãe. Esse estereótipo deve vir de quando os primeiros imigrantes árabes chegaram aqui e trabalhavam como mascastes, vendendo mercadorias de porta em porta. Erroneamente eram chamados de “turcos” por causa dos passaportes otomanos que usavam para entrar no país. E como a maioria dos imigrantes árabes para o Brasil foi de cristãos, e não muçulmanos, sua assimilação à cultura local foi mais rápida e fácil. De fato, encontro muitos brasileiros de ascendência árabe, mas que não falam a língua, sequer foram ao Oriente Médio, tendo apenas a comida árabe, bem como o sobrenome, como ligação com seus antepassados. Leia o artigo completo.

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