Autor: Luisa Vieira

Lançamento do livro “Direitos Negados”

No dia 11 de junho, quinta-feira, às 18:30h, o livro “Direitos Negados – um retrato da luta pela democratização da comunicação” (R$30), organizado por Renata Mieli, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, será lançado na Livraria Antonio Gramsci. Às 19h terá início um debate com a organizadora, Renata Mieli, o professor da Escola de Comunicação da UFRJ, Marcos Dantas, e com o cientista político Theófilo Rodrigues.

consulte Mais informação

Livro Agenda do NPC de 2016 será sobre lutadores e lutadoras do povo brasileiro

Já estamos em fase final da pesquisa para nosso Livro Agenda de 2016, que terá conteúdo inédito. Com o tema Lutadores e lutadoras do povo brasileiro, cada dia apresentará um(a) militante que se dedicou à defesa de um país justo, igualitário, livre de opressões e explorações. Em nossas páginas, merecem destaque feministas, operários, camponeses, estudantes, sindicalistas, negros escravizados, indígenas e tantos outros que ofereceram suas vidas ao combate à ditadura civil-militar brasileira.

Como nos outros anos, prepararemos edições personalizadas para os sindicatos. Os que tiverem interesse podem enviar um e-mail para npiratininga@piratininga.org.br, que em breve mandaremos o orçamento e as condições para a organização do material.

consulte Mais informação

Lançamento do livro “Direitos Negados” na Livraria Antonio Gramsci

No dia 11 de junho, quinta-feira, às 18:30h, o livro “Direitos Negados – um retrato da luta pela democratização da comunicação” (R$30), organizado por Renata Mieli, será lançado na Livraria Antonio Gramsci. A obra é uma realização do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. Às 19h terá início um debate com a organizadora, Renata Mieli; o professor da Escola de Comunicação da UFRJ, Marcos Dantas; e com o cientista político Theófilo Rodrigues.

A Livraria Antonio Gramsci fica na Rua Alcindo Guanabara, 17. Cinelândia, centro do Rio de Janeiro.

consulte Mais informação

A mídia brasileira ainda discrimina árabes e muçulmanos

[Por Rasheed Abou-Alsamh] No imaginário brasileiro, árabes são todos ricos, sultões, donos de imensas riquezas petrolíferas. Mas são também trapaceiros, gananciosos e capazes de até vender a própria mãe. Apesar de os primeiros muçulmanos terem chegado ao Brasil mais de 180 anos atrás, entre os escravos trazidos da África, e os pioneiros imigrantes árabes terem vindo há mais de cem anos, ainda há ideias distorcidas na mente de brasileiros do que é ser árabe ou muçulmano.

O imaginário brasileiro, árabes do Golfo são todos ricos, sultões, donos de imensas riquezas petrolíferas. Mas são também trapaceiros, gananciosos e capazes de até vender a própria mãe. Esse estereótipo deve vir de quando os primeiros imigrantes árabes chegaram aqui e trabalhavam como mascastes, vendendo mercadorias de porta em porta. Erroneamente eram chamados de “turcos” por causa dos passaportes otomanos que usavam para entrar no país. E como a maioria dos imigrantes árabes para o Brasil foi de cristãos, e não muçulmanos, sua assimilação à cultura local foi mais rápida e fácil. De fato, encontro muitos brasileiros de ascendência árabe, mas que não falam a língua, sequer foram ao Oriente Médio, tendo apenas a comida árabe, bem como o sobrenome, como ligação com seus antepassados. Leia o artigo completo.

consulte Mais informação

Sintsef realiza Oficinas de Comunicação no Ceará

O Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Ceará realizou, na última semana, Oficinas de Comunicação em diferentes regiões do estado. Na quinta, dia 21, ela aconteceu na cidade do Crato (foto) e na sexta, 22, em Iguatu. Ao longo da oficina foram promovidos debates sobre as diferenças entre comunicação tradicional e comunicação alternativa e palestras sobre noções de internet e de fotografia. A proposta levada é a da discussão da comunicação alternativa como via de informação, além da observação crítica em relação à mídia tradicional.

consulte Mais informação

Pin It on Pinterest