Autor: Luisa Vieira

Liberdade de expressão da mídia é seletiva e covarde

[Por Paulo Pimenta] Toda vez que o debate sobre os limites do humor aparece, a mídia – especialmente a brasileira – diz que é preciso “ir até o fim” para se garantir a liberdade de expressão. “Não podemos recuar”, afirmam uns. “Não vamos deixar nos intimidar”, dizem outros. Mas dentro desses “limites do humor” é comum vermos por parte da mídia uma naturalização da violência, da cultura do machismo, da homofobia, do preconceito às minorias e intolerância às diferenças. Será mesmo que essas “gracinhas” fazem parte de um script tão inofensivo assim? Sabemos que não. O humor “apenas” por ser humor não está desprovido de um caráter ideológico em seu conteúdo. Mas, e quando a mídia passa a ser o alvo das críticas ou piadas, ela mantém o mesmo argumento de que o humor deve prevalecer a todo custo? Claro que não. Ela reage de forma autoritária quando é zombada ou satirizada em razão de seus erros e, especialmente, suas grandes fantasias jornalísticas. | Continue lendo.

consulte Mais informação

SENGE-PR pauta a democratização da mídia em sua revista

A comunicação sindical não deve apenas olhar para o “próprio umbigo”. Ou seja, não deve tratar unicamente dos temas específicos de cada categoria. Um bom jornal ou revista sindical é aquele que aborda temas que têm a ver com a classe trabalhadora como um todo. A revista do Sindicato dos Engenheiros do Paraná é um exemplo dessa busca por temas mais amplos. A edição do final de 2014 deu bastante destaque ao tema da “democratização da mídia”, assunto que diz respeito não apenas a jornalistas e comunicadores mas à sociedade em geral. Nesse número, foi publicada uma grande reportagem sobre a mesa que debateu este assunto durante o 20º Curso Anual do NPC. O texto tem como título “Comunicação para todos”. A mesma revista publicou, com destaque, um artigo do coordenador do NPC, o escritor Vito Giannotti. Neste texto ele fala sobre seu novo livro “Comunicação dos trabalhadores e hegemonia” (2014, Fund. Perseu Abramo).

Para ler a revista completa, basta acessar aqui.

consulte Mais informação

Felipe Andreoli critica cabelo crespo no programa Encontro com Fátima Bernardes

Felipe Andreoli era repórter do CQC, da Band. Agora está na TV Globo, no programa Encontro com Fátima Bernardes. Na estreia, ele fez vários comentários preconceituosos enquanto conversava com a cantora Vanessa da Mata. Ao falar sobre o cabelo crespo, ele fez várias brincadeiras, dizendo que não molha na chuva, que não dá para jogar para o lado etc. A artista respondeu: “Você tem que parar com esse bullying com o nosso cabelo, porque já tem bullying demais por aí”. Infelizmente, nesses casos, a TV brasileira serve para reforçar um preconceito, já bastante difundido, de que negro tem “cabelo ruim” e, para ser bonito, precisa “alisar”.

consulte Mais informação

Recife será sede de evento preparatório ao 2ºENDC

Entre os dias 10 e 12 de abril será realizado, em Belo Horizonte (MG), o 2º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (II ENDC). Antes, entre 12 e 14 de março, será realizado o Encontro Regional do Direito à Comunicação na Universidade Católica de Pernambuco, em Recife, cidade que foi sede do 1º ENDC. O objetivo do encontro é trocar informações sobre as lutas pelo direito à comunicação em que estão envolvidos midiativistas, pesquisadores, comunicadores comunitários e populares, dirigentes de emissoras públicas, sindicatos e outras organizações. Na pauta estão temas como o fortalecimento do sistema público; a sustentabilidade da comunicação popular, local, independente e comunitária; e a construção de estratégias para uma regulação democrática da radiodifusão.

consulte Mais informação

Pin It on Pinterest