Autor: Luisa Vieira

MP investiga denuncia sobre a série ‘Sexo e as Negas’, da Globo

A Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), da Presidência da República, abriu um procedimento administrativo para investigar o seriado “Sexo e as Negas”, que tem estreia marcada para próxima terça-feira (16) na Globo. Por meio de sua ouvidoria, o órgão federal diz ter recebido denúncias a respeito de conteúdos considerados racistas e discriminatórios com relação ao programa. Críticas ao nome e ao conteúdo da série também tem sido constantes na internet. A trama, escrita por Miguel Falabella, trata de quatro amigas, todas negras, que moram no subúrbio do Rio.

“A Ouvidoria da Igualdade Racial vê com estranheza e preocupação qualquer tipo de manifestação que reproduza estereótipos racistas, machistas, que se alicerce na sexualidade das mulheres negras, ou venha a reforçar ideias de inferioridade dessas mulheres”, afirmou o titular do órgão, Carlos Alberto de Souza e Silva Júnior, em nota à imprensa. | Fonte: Folha de S.Paulo. | Leia o texto completo.

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Patrícia Poeta foi tragada pela “destruição criadora”

Era uma vez Patrícia Poeta. Três anos depois de chegar ao Jornal Nacional, ela está fora. Segundo o comunicado da Globo, o prazo já estava estabelecido quando ela passou a fazer companhia a Bonner no JN. Como pouca gente acredita na Globo, também a explicação oficial foi imediatamente alvo de suspeição na internet. (…) Mas sejamos justos: a má qualidade responde apenas por uma pequena parte da queda de audiência não apenas do JN mas de todos os demais programas da Globo. O impacto muito maior vem da internet. A internet é uma mídia disruptora. Ela vai pegando todas as demais. Revistas e jornais sofreram primeiro, mas a tevê convencional é a próxima grande vítima. | Fonte: Paulo Nogueira – Diário do Centro do Mundo. | Leia o texto completo. http://bit.ly/1r2eCfj

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De vítima a vilão

[Por Carta Capital – 18.09.2014] Em surpreendente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo considerou o fotógrafo Alex Silveira culpado da lesão sofrida em 2003, quando perdeu o olho esquerdo após ser atingido por uma bala de borracha disparada pela Polícia Militar. Na ocasião, o profissional cobria uma manifestação na Avenida Paulista pelo jornal Agora São Paulo. Conseguiu, em primeira instância, uma reparação do Estado de cem salários mínimos. Agora, perdeu tudo. E ainda será obrigado a pagar as despesas processuais e os honorários advocatícios.

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