Autor: Luisa Vieira

Novo livro sobre a ditadura será lançado em São Paulo

O companheiro Tico, com o apoio do Projeto Memória da Oposição Sindical Metalúrgica de São Paulo e do IIEP, escreveu o livro “Um tempo para não esquecer. Ditadura anos de chumbo”, que conta a história da prisão de seus familiares e da morte do militante Luiz Hirata.

O lançamento acontecerá dia 20/09/2014 às 16:00 horas nos Sindicatos dos Metroviários (Rua Serra do Japi 31, Tatuapé/SP Fone 2095-3600).

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O Brasil privatizado, um clássico em nova e ampliada edição

[Por Rosângela Ribeiro Gil – jornalista sindical de São Paulo e do NPC] A nova edição de “O Brasil Privatizado – um balanço do desmonte do Estado”, do jornalista Aloysio Biondi (1936-2000), será lançada no dia 15 de setembro, às 19h, na sede do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Rua Genebra, 25, Bela Vista, São Paulo). O livro – que teve sua primeira edição publicada em abril de 1999, alcançando, à época, a marca de mais de 125 mil exemplares vendidos – traz a análise e as críticas de Biondi, um dos jornalistas econômicos mais importantes do País, e conta com a apresentação de profissionais de peso da imprensa brasileira. A introdução é assinada por Janio de Freitas, e o prefácio é de Amaury Ribeiro Jr. A atividade é uma ação conjunta da Geração Editorial e do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.

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Por Marcelo Rubens Paiva

Amarildo tinha cinco filhos, meu pai tinha cinco filhos, Amarildo foi levado de casa, meu pai também. O corpo do Amarildo foi levado de madrugada por uma viatura militar, assim como meu pai. Meu pai não tinha nenhuma acusação contra ele e o Amarildo também não. A morte dele foi determinada por um major, assim como o meu. O Brasil continua o mesmo.

[Marcelo Rubens Paiva, escritor e filho do deputado Rubens Paiva, morto em um quartel da Polícia de Exército em janeiro de 1971 – 12ª Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) – 02/08/2014]

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Por Ivo Herzog

Essa não é uma conversa do passado, porque a polícia continua matando e torturando. Precisamos que haja a revisão da Lei de Anistia para acabar com o DNA de impunidade da polícia.

[Ivo Herzog, engenheiro e filho de Wladimir Herzog, morto nas dependência do DOI-CODI de São Paulo em outubro de 1975 – 12ª Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) – 02/08/14]

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