Autor: Luisa Vieira

Do alto do Saraí

Registro fotográfico feito do alto do prédio da Saraí que já foi desapropriado se tornando agora um verdadeiro símbolo de luta pela moradia popular.

Registro: Billy Valdez

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Até quando?

[Por Renato Cinco – vereador PSOL-RJ] No Rio de Janeiro do século XIX, o chefe de polícia Eusébio de Queiroz (1812 – 1868) apontava a escravidão como LIMITAÇÃO à adoção de políticas mais modernas de policiamento urbano. Propõe então o CONFINAMENTO dos escravos nas fazendas e o rígido CONTROLE de seus deslocamentos.” (Vera Malaguti, em ‘O Medo no Rio de Janeiro’)

No Rio de Janeiro dos séculos XX e XXI a “guerra às drogas”, cujo alvo real são os pobres e negros moradores de favelas e periferias, é utilizada como justificativa de uma política de segurança pública militarizada que produz execuções, mortes “acidentais”, torturas e até estupros, e que impõe um rígido controle militar sobre determinadas áreas da cidade.

Até quando? Sem o fim da guerra às drogas não haverá desmilitarização! Basta de guerra aos pobres disfarçada de guerra às drogas! Legalizar é preciso!

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Abertas inscrições para 8º Prêmio Visibilidade das Políticas Sociais e do Serviço Social

Organizado pelo Conselho Regional de Serviço Social do Rio de Janeiro (CRESS-RJ), o 8º Prêmio Visibilidade das Políticas Sociais e do Serviço Social premia trabalhos de comunicação e experiências profissionais de assistentes sociais. Este ano as inscrições estarão abertas até 19 de setembro. Os primeiros colocados em cada categoria o prêmio será no valor de R$ 3.500, já descontados todos os impostos.

No segmento jornalismo, os formatos dos trabalhos que poderão participar são reportagens escritas, radiofônicas, em audiovisual. Ficha de inscrição e maiores informações podem ser obtidas no site do Conselho. Clique aqui.

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Nota do MST: Eduardo Campos agiu com ousadia contra o latifúndio pernambucano

[13.08.2014] É com muito pesar que recebemos a notícia da morte do ex-governador e candidato à presidência da República, Eduardo Campos.

Campos foi um grande amigo do MST e apoiador da luta pela terra e pela Reforma Agrária, fato que o fez ganhar notável confiança dos trabalhadores rurais do estado de Pernambuco.

Em muitos momentos, o jovem político agiu com ousadia e coragem a favor da luta dos Sem Terra contra o latifúndio pernambucano, desapropriando áreas históricas reivindicadas pelo MST. Conhecia a questão agrária brasileira, e como candidato à presidência, tinha clareza da necessidade de resolver o problema da concentração da terra no Brasil e os males causados pelo latifúndio.

Comprometeu-se com o projeto de desenvolvimento sustentável para o semiárido brasileiro e com a proposta de desenvolvimento da região canavieira do nordeste, uma das regiões mais pobres e com maior concentração de terra do Brasil, em consequência da monocultura canavieira.

Sem dúvida, sua morte prematura é uma grande perda para a política nacional, e os Sem Terra perdem um amigo e grande apoiador da luta pela terra e pela transformação social no país. O povo brasileiro também perde um político jovem e comprometido com as causas de um país mais justo.

Nosso pesar aos familiares e amigos, ao PSB e ao povo pernambucano.

[Por Direção Nacional do MST]

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