Autor: Luisa Vieira

O Brasil privatizado, um clássico em nova e ampliada edição

[Por Rosângela Ribeiro Gil – jornalista sindical de São Paulo e do NPC] A nova edição de “O Brasil Privatizado – um balanço do desmonte do Estado”, do jornalista Aloysio Biondi (1936-2000), será lançada no dia 15 de setembro, às 19h, na sede do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Rua Genebra, 25, Bela Vista, São Paulo). O livro – que teve sua primeira edição publicada em abril de 1999, alcançando, à época, a marca de mais de 125 mil exemplares vendidos – traz a análise e as críticas de Biondi, um dos jornalistas econômicos mais importantes do País, e conta com a apresentação de profissionais de peso da imprensa brasileira. A introdução é assinada por Janio de Freitas, e o prefácio é de Amaury Ribeiro Jr. A atividade é uma ação conjunta da Geração Editorial e do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.

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Por Marcelo Rubens Paiva

Amarildo tinha cinco filhos, meu pai tinha cinco filhos, Amarildo foi levado de casa, meu pai também. O corpo do Amarildo foi levado de madrugada por uma viatura militar, assim como meu pai. Meu pai não tinha nenhuma acusação contra ele e o Amarildo também não. A morte dele foi determinada por um major, assim como o meu. O Brasil continua o mesmo.

[Marcelo Rubens Paiva, escritor e filho do deputado Rubens Paiva, morto em um quartel da Polícia de Exército em janeiro de 1971 – 12ª Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) – 02/08/2014]

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Por Ivo Herzog

Essa não é uma conversa do passado, porque a polícia continua matando e torturando. Precisamos que haja a revisão da Lei de Anistia para acabar com o DNA de impunidade da polícia.

[Ivo Herzog, engenheiro e filho de Wladimir Herzog, morto nas dependência do DOI-CODI de São Paulo em outubro de 1975 – 12ª Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) – 02/08/14]

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Por The Guardian

“NYT” passa a adotar termo “tortura” para descrever tortura.

[The Guardian, sobre o New York Times, que vinha substituindo a palavra por “métodos cruéis de interrogatório” – 07/08/2014]

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Por Sérgio Domingues

Me lembro da Guerra da Independência (1948), quando os jordanianos mataram centenas de moradores de Jerusalém e tivemos que nos esconder em bunkers. E da Guerra do Yom Kippur (1973), na qual seis mil israelenses morreram. Não houve ódio contra os árabes e a esquerda como agora. O ódio está num crescendo, principalmente contra a esquerda e os pacifistas. É muito preocupante. Quanto mais insegurança os israelenses sentem, mais se tornam agressivos. Essa é a minha explicação psicológica.

[A.B. Yehoshua, escritor israelense – O Globo – 18/08/2014]

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