Autor: Luisa Vieira

Sindicatos já podem encomendar as agendas NPC personalizadas

As agendas do NPC de 2015 já estão sendo preparadas. Sindicatos interessados em fazer o seu material personalizado já devem entrar em contato conosco para dar início à produção. Cada entidade pode escolher um dos seguintes assuntos: “MULHERES NA HISTÓRIA”, “COMUNICAÇÃO”, “INSURREIÇÕES DOS TRABALHADORES NO BRASIL” ou “LUTAS E REVOLUÇÕES POPULARES NA AMÉRICA LATINA”. Todos os temas foram atualizados no último ano pela equipe de pesquisa do NPC. Para saber mais sobre os prazos e orçamento, basta enviar um e-mail para npiratininga@piratininga.org.br

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25 de julho: Da luta contra o racismo à luta pelo Poder. Quais são os desafios das mulheres negras?

[Por Patrícia Chaves/ O Levante – Salvador] À mulher negra, vinda para o Brasil no período escravista colonial, foram delegadas três finalidades: a escrava sexual, a reprodução da mão de obra e a exploração de sua força de trabalho. E mesmo com o “fim” da escravidão, mesmo depois de mais de 100 anos, nós continuamos exercendo os mesmo papeis que nos foram atribuídos na época. O capitalismo se apropriou do racismo e do patriarcado para manutenção de um sistema de dominação opressor e explorador. Continuamos sendo as empregadas domésticas dos condomínios, o objeto sexual para o prazer masculino, vivemos nas senzalas do século 21. A mídia tem papel fundamental na manutenção desses estereótipos. A nós, mulheres negras, só existem dois lugares na TV: a empregada doméstica da novela, ou tendo nossos corpos hipersexualizados nas propagandas de cerveja ou no concurso da “globeleza”. | Continue lendo.

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Taís Araújo fala sobre preconceito no Brasil

Em entrevista exclusiva no Sul da França, a atriz Taís Araújo conta que percebe o preconceito no dia a dia. “Acontece até hoje. Quando eu chego a um restaurante no Brasil, as pessoas que são iguais a mim só estão limpando e servindo. É o Brasil me dizendo que meu lugar é servir e limpar, quase falando que não tenho o direito de estar ali comendo. Ser Taís Araújo ameniza, mas não isenta. No nosso país, o preconceito está presente no momento em que saímos de casa”, desabafa. | Continue lendo.

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