MST realiza 5ª Feira Estadual da Reforma Agrária Cícero Guedes, no Centro do Rio
FOTO: Boletim MST-RJ
consulte Mais informação[Por Patrícia Chaves/ O Levante – Salvador] À mulher negra, vinda para o Brasil no período escravista colonial, foram delegadas três finalidades: a escrava sexual, a reprodução da mão de obra e a exploração de sua força de trabalho. E mesmo com o “fim” da escravidão, mesmo depois de mais de 100 anos, nós continuamos exercendo os mesmo papeis que nos foram atribuídos na época. O capitalismo se apropriou do racismo e do patriarcado para manutenção de um sistema de dominação opressor e explorador. Continuamos sendo as empregadas domésticas dos condomínios, o objeto sexual para o prazer masculino, vivemos nas senzalas do século 21. A mídia tem papel fundamental na manutenção desses estereótipos. A nós, mulheres negras, só existem dois lugares na TV: a empregada doméstica da novela, ou tendo nossos corpos hipersexualizados nas propagandas de cerveja ou no concurso da “globeleza”. | Continue lendo.
consulte Mais informaçãoEm entrevista exclusiva no Sul da França, a atriz Taís Araújo conta que percebe o preconceito no dia a dia. “Acontece até hoje. Quando eu chego a um restaurante no Brasil, as pessoas que são iguais a mim só estão limpando e servindo. É o Brasil me dizendo que meu lugar é servir e limpar, quase falando que não tenho o direito de estar ali comendo. Ser Taís Araújo ameniza, mas não isenta. No nosso país, o preconceito está presente no momento em que saímos de casa”, desabafa. | Continue lendo.
consulte Mais informaçãoAlta, magra, cabelos lisos e loiros, heterossexual e jovem: este é o padrão de mulher que a mídia brasileira apresenta hoje. O que há por trás disso? No documentário “Mulheres brasileiras: do ícone midiático à realidade” (14 min.) são expostas as relações que esse padrão veiculado tem com a própria mídia e com as mulheres “reais”. Uma das explicações para a criação desse padrão é o fato de toda a comunicação de massa brasileira estar nas mãos de algumas poucas famílias. Com isso, surge a necessidade de competição por audiência e a figura da mulher é usada como mera ferramenta para causar reações e garantir espectadores. O mesmo acontece com a figura feminina na publicidade, mesmo quando o produto é direcionado a elas. Saiba mais.
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