Autor: Luisa Vieira

Mentiras e verdades sobre o leilão do Campo de Libra

Está marcado, para 21 de outubro, um dos episódios de ataque à soberania do Brasil e de entrega das riquezas nacionais a grupos estrangeiros. Neste dia haverá o leilão do Campo de Libra, o primeiro da área do pré-sal, localizado na Bacia de Santos. Em texto divulgado recentemente, o diretor do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, enumera seis mentiras bastante divulgadas sobre o assunto. Uma delas é que o leilão vai desenvolver todas as regiões do país e gerar emprego e renda para os brasileiros. Segundo Cancella, o fato é que “a Agência Nacional do Petróleo (ANP) já realizou 11 leilões e até hoje nenhuma empresa vencedora construiu refinaria, plataforma, navio ou sonda no país – à exceção da Petrobrás”. Outras mentiras questionadas são o fato de o Brasil não possuir tecnologia nem recursos para produzir no pré-sal, e que o dinheiro vai servir para investimentos sociais, como saúde e educação. Leia o texto completo.

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Seminário debaterá impactos de projetos na Amazônia Oriental

No dia 8 de outubro foi apresentada, em São Luís/MA e em Belém/PA, a proposta do Seminário Internacional Carajás 30 Anos: resistências e mobilizações frente a projetos de desenvolvimento na Amazônia Oriental. O evento foi pensado para refletir sobre os projetos de desenvolvimento originados a partir da implantação, há quase trinta anos, do Programa Grande Carajás (PGC). Uma das questões apontadas foi o fato de a extração de minério na região Amazônica ter quadruplicado desde sua capacidade inicialmente prevista. Isso causa impactos tanto ambientais quanto nas comunidades próximas. O Seminário é um processo amplo, que contará com atividades preparatórias em Imperatriz, de 16 a 18 de outubro de 2013; Marabá, nos dias 8 e 9 de março de 2014; Santa Inês, em 21 e 22 de março de 2014; e Belém, de 5 a 8 de abril de 2014. Após esses encontros haverá a realização de um grande Seminário em São Luís, a ser realizado na Universidade Federal do Maranhão de 6 a 9 de maio de 2014. | Continue lendo.

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112 milhões de trabalhadoras migrantes em risco de violência

Matéria de Anaiz Zamora Márquez, no Cimacnoticias, mostra que 112 milhões de trabalhadoras migrantes estão em risco de violência. Segundo Márquez, são mulheres que, na sua maioria, foram ou serão vítimas de algum tipo de violência sem que existam leis ou normas que lhes permitam acesso à Justiça. Ela aponta que no mais recente informe do secretário geral da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a “Violência contra as trabalhadoras migratórias”, apontam-se falhas graves na legislação, nas políticas públicas e nos programas dos países membros das Nações Unidas para garantir o direito à justiça das vítimas de violência. Márquez afirma que, atualmente, as migrações internacionais de mulheres constituem um dos fenômenos mais importantes no mundo, uma vez que representam a metade dos 214 milhões de pessoas que vivem e trabalham fora de seus países de origem. O informe da ONU observa que a maioria dessas mulheres migra como resultado da violência de gênero, da discriminação e da desigualdade. | Por Rosângela Ribeiro Gil | Continue lendo.

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Jornada nacional de lutas por soberania alimentar acontece de 14 a 18 de outubro

O Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) realizará uma jornada de manifestações entre os dias 14 e 18 de outubro. O objetivo é dialogar com a sociedade sobre a importância da luta pela soberania alimentar. Neste período haverá assembleias, marchas e ocupações em cerca de 15 estados brasileiros. Em artigo publicado no último dia 9 no site do movimento, a direção nacional do MPA ressalta que a “estratégia imperialista para o sistema agroalimentar mundial é muita clara: alimentos orgânicos para os ricos, transgênicos e agrotóxicos para os pobres”. De acordo com o MPA, a luta pela soberania alimentar se articula em dois eixos principais. O primeiro é de lutas por acesso à terra, aos recursos naturais, produção de alimentos saudáveis, agroecologia e cultura camponesa. O segundo é de construção de políticas de Estado que fortaleçam as formas camponesas de produção, como reforma agrária, mercados institucionais, políticas de estoques, assistência técnica e extensão rural, educação e legislação. Confira a programação completa da jornada no site e na página do Facebook do MPA.

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50 anos depois, vítimas exibem marcas do Massacre de Ipatinga

A Comissão Nacional da Verdade realizou, no dia 7 de outubro, uma audiência pública sobre os 50 anos do Massacre de Ipatinga. 18 vítimas e testemunhas prestaram depoimentos sobre a maneira com que cada um ainda sente os efeitos daquele episódio. No dia 7 de outubro de 1963, policiais militares atiraram de metralhadora contra milhares de trabalhadores que estavam na porta da Usiminas, no Vale do Aço mineiro. Era uma manhã fria e chuvosa, e os trabalhadores protestavam contra a violência praticada pela polícia e seguranças da estatal contra os funcionários da companhia nos alojamentos da empresa. Os dados oficiais falam em oito mortos e 80 feridos, mas as testemunhas falam em 33 assassinados e milhares de feridos. | Com informações da Comissão Nacional da Verdade| Continue lendo.

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