Autor: Luisa Vieira

“A comunicação sindical deve produzir informação com qualidade técnica e política para a defesa dos direitos dos trabalhadores”, diz jornalista do Sindsefaz

O Sindicato dos Servidores da Fazenda do Estado da Bahia (Sindsefaz) tem investido em diversas formas de comunicação. Além do portal na internet e perfil no Facebook, possui um boletim eletrônico e um jornal impresso sem periodicidade definida, “um dos desafios para a comunicação do sindicato em 2014”, garante a jornalista Glenda Lima. “Para a Diretoria de Imprensa, investir na comunicação é fundamental para potencializar a comunicação com seus filiados, com a sociedade e com a mídia em geral. O Sindicato tem investido na formação da equipe de comunicação com treinamentos e cursos na área, além de equipamentos e programas para modernizar os veículos de mídia da entidade”, explica Glenda. Como afirmou em entrevista ao BoletimNPC, “a importância da comunicação sindical via TV e/ou web TV se mostra cada vez mais necessária. Primeiro, porque a comunicação sindical precisa se apropriar dos meios de comunicação da grande mídia. Deve produzir informação com qualidade técnica e política para a defesa dos direitos dos trabalhadores. Segundo, porque em nosso caso, particularmente, a web TV se mostrou uma ferramenta de comunicação viável para a categoria que tem acesso amplo à internet”. |Por Sheila Jacob| Continue lendo.

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Monopólios da comunicação e da violência unidos

“Reportagem do Fantástico denuncia…”. Esta é uma expressão cada vez mais ouvida nos meios de comunicação. As denúncias são muitas. “Analfabetos tinham acesso à carteira de habilitação em esquema nos Detran…”. “Compra de explosivos para roubar caixas eletrônicos…”. “Fraudes em concursos públicos…”. “Esquema de licitações com cartas marcadas …”. Estes são apenas alguns exemplos oferecidos pela máquina investigativa do programa dominical da Rede Globo. Mas não é só o Fantástico. É o Jornal Nacional, a CBN, Jornal da Band, jornalões impressos, revistas semanais. Só muda o sujeito da oração e o tipo de crime que serve de predicado. O verbo é o mesmo: denúncia ou investigação. Algo que deveria estar a cargo de órgãos e autoridades públicos. Pela polícia, Ministério Público e até por parlamentares. Claro que o jornalismo investigativo é uma das possibilidades da imprensa. Óbvio que denúncias jornalísticas podem ajudar a combater corrupção, golpes, roubos, violência, abusos. Mas quando a grande imprensa começa a aparecer como principal instituição para a apuração de delitos e crimes algo está muito errado. Até porque o que é apenas apuração pode tornar-se facilmente processos sumários de acusação, julgamento e punição. Na grande maioria das vezes, sem qualquer direito a defesa. | Por Sérgio Domingues | Leia o artigo completo.

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Mentiras e verdades sobre o leilão do Campo de Libra

Está marcado, para 21 de outubro, um dos episódios de ataque à soberania do Brasil e de entrega das riquezas nacionais a grupos estrangeiros. Neste dia haverá o leilão do Campo de Libra, o primeiro da área do pré-sal, localizado na Bacia de Santos. Em texto divulgado recentemente, o diretor do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, enumera seis mentiras bastante divulgadas sobre o assunto. Uma delas é que o leilão vai desenvolver todas as regiões do país e gerar emprego e renda para os brasileiros. Segundo Cancella, o fato é que “a Agência Nacional do Petróleo (ANP) já realizou 11 leilões e até hoje nenhuma empresa vencedora construiu refinaria, plataforma, navio ou sonda no país – à exceção da Petrobrás”. Outras mentiras questionadas são o fato de o Brasil não possuir tecnologia nem recursos para produzir no pré-sal, e que o dinheiro vai servir para investimentos sociais, como saúde e educação. Leia o texto completo.

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Seminário debaterá impactos de projetos na Amazônia Oriental

No dia 8 de outubro foi apresentada, em São Luís/MA e em Belém/PA, a proposta do Seminário Internacional Carajás 30 Anos: resistências e mobilizações frente a projetos de desenvolvimento na Amazônia Oriental. O evento foi pensado para refletir sobre os projetos de desenvolvimento originados a partir da implantação, há quase trinta anos, do Programa Grande Carajás (PGC). Uma das questões apontadas foi o fato de a extração de minério na região Amazônica ter quadruplicado desde sua capacidade inicialmente prevista. Isso causa impactos tanto ambientais quanto nas comunidades próximas. O Seminário é um processo amplo, que contará com atividades preparatórias em Imperatriz, de 16 a 18 de outubro de 2013; Marabá, nos dias 8 e 9 de março de 2014; Santa Inês, em 21 e 22 de março de 2014; e Belém, de 5 a 8 de abril de 2014. Após esses encontros haverá a realização de um grande Seminário em São Luís, a ser realizado na Universidade Federal do Maranhão de 6 a 9 de maio de 2014. | Continue lendo.

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112 milhões de trabalhadoras migrantes em risco de violência

Matéria de Anaiz Zamora Márquez, no Cimacnoticias, mostra que 112 milhões de trabalhadoras migrantes estão em risco de violência. Segundo Márquez, são mulheres que, na sua maioria, foram ou serão vítimas de algum tipo de violência sem que existam leis ou normas que lhes permitam acesso à Justiça. Ela aponta que no mais recente informe do secretário geral da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a “Violência contra as trabalhadoras migratórias”, apontam-se falhas graves na legislação, nas políticas públicas e nos programas dos países membros das Nações Unidas para garantir o direito à justiça das vítimas de violência. Márquez afirma que, atualmente, as migrações internacionais de mulheres constituem um dos fenômenos mais importantes no mundo, uma vez que representam a metade dos 214 milhões de pessoas que vivem e trabalham fora de seus países de origem. O informe da ONU observa que a maioria dessas mulheres migra como resultado da violência de gênero, da discriminação e da desigualdade. | Por Rosângela Ribeiro Gil | Continue lendo.

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