Autor: Luisa Vieira

Padre Josimo: 40 anos depois segue sendo assassinado todo dia. E segue ressuscitando

[Por Marcos Antonio Corbari / Instituto Cultural Padre Josimo e Movimento dos Pequenos Agricultores] Completados quarenta anos da execução de Josimo Morais Tavares, o padre negro das sandálias surradas. A mão do pistoleiro, armada pelo capital, segue apertando o gatilho todos os dias, alvejando pelas costas, e o sangue de Josimo continua escorrendo pelos caminhos da terra brasileira. Foi assassinado em 10 de maio de 1986, no corredor da Mitra Diocesana de Imperatriz, no Maranhão. Tombou porque ousou dizer aos pobres que eles tinham direito à terra, à dignidade e à vida. Tombou porque enfrentou a aliança histórica entre latifúndio, pistolagem, dinheiro e poder político. Tombou porque acreditava que o Evangelho não podia permanecer neutro diante da violência. | Continue lendo. 

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Mário Magalhães lança 1º volume da biografia de Carlos Lacerda em julho deste ano

[Com informações do Jornal Opção] Depois de escrever uma biografia do comunista Carlos Marighella — uma história do Brasil no século 20, contada a partir de um indivíduo e de seus relacionamentos —, Mário Magalhães decidiu pesquisar, de maneira exaustiva, a vida de Carlos Lacerda. O primeiro volume da nova biografia sairá, pela Companhia das Letras, com o título de “Lacerda — Coração de Tempestade”. O Rio de Janeiro, cidade pela qual trafegou Carlos Lacerda, terá a primazia do primeiro lançamento. A biografia será lançada em 29 de julho, numa quarta-feira, na Livraria Travessa de Ipanema.

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Documentário revela usina utilizada para ocultação de corpos na ditadura

A Usina Cambahyba, em Campos dos Goytacazes, funcionou como cenário para a incineração de corpos de opositores políticos durante a ditadura militar. Essa é a denúncia central do documentário inédito “Usina Cambahyba: Das Cinzas da Tortura à Terra Prometida”, dirigido por Marcelo Fonseca. O filme estreia em breve com exibições confirmadas em Campos e Macaé. Com base em investigações históricas e no depoimento de Cláudio Guerra, ex-agente do DOPS que confessa ter participado da destruição de ao menos 12 corpos no local, o filme revela como a usina de açúcar integrava uma rede articulada de repressão estatal, conectada diretamente ao DOI-CODI, no Rio de Janeiro, e à Casa da Morte, em Petrópolis. Com análises do historiador Lucas Pedretti, a produção resgata a dimensão humana da violência por meio de relatos de operários e de familiares de vítimas do regime.

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A Batalha do Engajamento

Foi lançado ontem, dia 29 de maio no Armazém do Campo Rio, o livro “A batalha do engajamento: Crítica a partir da hegemonia e da economia política da comunicação (EPC)”, do professor da Escola de Comunicação de Comunicação da UFF, Pablo Nabarrete Bastos (@pablonabarrete). A roda de conversa reuniu, além do autor, Cláudia Santiago – Jornalista e professora no Núcleo Piratininga de Comunicação e Manoel Dourado Bastos, professor Associado do Departamento de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (2023-2027).

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A GloboNews errou ao transformar misoginia em espetáculo televisivo

[Por Fenaj] O que deveria ser um debate responsável sobre educação e masculinidades acabou abrindo espaço para desinformação, relativização do machismo e ataques aos direitos das mulheres sem o devido contraponto jornalístico. Num país marcado por altos índices de violência contra as mulheres e feminicídios, dar palco a discursos misóginos sem contextualização não é pluralidade: é irresponsabilidade editorial. A FENAJ reafirma que o jornalismo tem compromisso com os direitos humanos, a democracia e a dignidade humana. Leia o carrossel no Instagram da entidade e entenda por que é preciso discutir os limites éticos da comunicação diante do avanço da misoginia. | Leia mais.

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