Autor: Luisa Vieira

“Por que fazer comunicação popular?” será tema da aula do curso do NPC

O curso de comunicação popular do NPC deste sábado, 8 de junho, começará com uma aula de Vito Giannotti sobre comunicação e disputa de hegemonia e que apresentará a importância da comunicação popular. Na parte da tarde, o professor da Faculdade de Comunicação Hélio Alonso (Facha), Gabriel Mendes, vai falar sobre estudos dos meios de comunicação. Depois, o jornalista Leandro Uchoas dará aula sobre reportagem. A atividade de sábado contará ainda com a participação de alunos da turma do ano passado que participam do Curso de Comunicação Popular Avançado, em fase de encerramento neste mês.

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“As ideias mais progressistas têm perdido espaço, e isso é algo que me assusta”, diz Rubens Casara

[Publicado em 6.5.13 – por Sheila Jacob, do NPC] O juiz Rubens Casara, da 43ª Vara Criminal do Estado do Rio de Janeiro, investe na aproximação entre a sociedade civil e o poder judiciário. Ele faz parte da Associação de Juízes pela Democracia (AJD), instituição que tem como objetivo “dar voz a quem normalmente não tem espaço nas decisões da Justiça, pois esta está vinculada a uma tradição e uma prática conservadoras”. Em maio, ele organizou o evento “Resistência Democrática: Diálogos entre Política e Justiça”, com o objetivo de aproximar militantes sociais a atores jurídicos que possuem uma visão progressista. Leia mais.

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Silêncio midiático tenta enfraquecer Fórum pela Paz na Colômbia

[Por Alexandre Haubrich, do JornalismoB] O Fórum pela Paz na Colômbia trouxe centenas de militantes de toda a América Latina a Porto Alegre no último final de semana. De sexta a domingo, quinze encontros debateram alternativas para a Colômbia que façam cessar o conflito armado entre governo e FARC e que combinem a almejada paz com justiça social e democracia, elementos que, segundo os participantes, estão há décadas ausentes daquele país, onde grupos paramilitares controlam a política e mantêm níveis absurdos de desigualdade social. Leia o artigo completo e algumas matérias sobre o Fórum, que aconteceu de 24 a 26 de maio.

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Reportagem “isenta”, propaganda e a nossa boa comunicação popular

[Publicado em 5.06.13 – Por Alan Freihof Tygel*] Eu nunca frequentei uma faculdade de jornalismo, mas posso imaginar que os professores preguem que um repórter deve ser isento ao fazer uma reportagem. Fazer um bom planejamento, ter um objetivo claro, colher muitos dados, ir à campo, ouvir todas as partes em igual proporção, escrever um texto objetivo e sem ideologias, e deixar que o leitor tire suas conclusões. Não é isso? É bem nessa hora que nós, comunicadores populares empunhamos nossas metralhadoras de argumentos para dizer que nada no mundo é neutro, que nenhuma reportagem é isenta, que sempre existe a indução para um lado, que a grande imprensa tem que prestar contas para seus anunciantes, tem que vender jornal, que tem rabo preso com o governo, etc, etc, etc. (Imagino que na faculdade de jornalismo também não recomendem o uso do etc, certo?). Leia o artigo completo.

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História, fronteiras conceituais e diferenças

[Publicado em 04.06.13 – Por Venício A. Lima, na ed.749 do Obs. Da Imprensa] A comunicação midiatizada – aquela que constitui o espaço onde se forma a opinião pública – não escapa hoje da intermediação tecnológica. Estudar a mídia, para além de suas caraterísticas de tecnologia, significa, portanto, estudar as condições de construção da comunicação pública e de formação da opinião pública.
No Brasil, existe debate publico formador de uma opinião pública democrática? Qual tem sido a nossa tradição no que se refere ao acesso a esse debate e à formação da opinião pública? Ao longo de nossa história quem tem desfrutado da liberdade de expressão, isto é, quem tem tido voz e quem tem tido a voz ouvida? Leia o artigo completo.

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