Autor: Luisa Vieira

NPC ministra cursos de História das Lutas dos Trabalhadores e de mídias digitais

O Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais recebe o coordenador do NPC, Vito Giannotti, nos dias 30 e 31 de julho, para o curso de “HISTÓRIA DAS LUTAS DOS TRABALHADORES NO BRASIL”. O objetivo é promover o conhecimento sobre as lutas que o povo brasileiro fez para se libertar de toda forma de opressão. “É um curso que mostra as lutas no campo e na cidade. Também explica como foram conseguidos os direitos dos trabalhadores e o que é preciso fazer para garanti-los no momento em que eles estão sendo ameaçados”, aponta Vito. Ele vai ministrar esse mesmo curso no Sindicato dos Gráficos de Porto Alegre nos dias 3 e 4 de agosto. Já o jornalista multimídia do NPC, Arthur William, dará o curso “MÍDIAS DIGITAIS, INTERNET E SEU USO PARA DISPUTA DE HEGEMONIA” neste sábado, 27 de julho, no, em São Paulo. A ideia do curso é dar ferramentas para que os sindicatos tenham uma comunicação na internet que possibilite mobilizar a categoria para suas lutas e atividades. Saiba mais.

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Lutas e Revoltas Populares da América Latina é o tema da Agenda NPC 2014

Sindicatos e demais organizações que quiserem encomendar a agenda personalizada de 2014 já podem entrar em contato com o NPC para saber os preços e como proceder. No próximo ano, o material apresentará, a cada dia, notícias e informações sobre lutas e insurreições ocorridas nos países latino-americanos desde o século 19 até os tempos atuais. Na abertura de cada mês estão textos sobre importantes acontecimentos, como a Revolução Cubana, a Insurreição Negra do Haiti, a formação do Exército Zapatista de Libertação Nacional, o pensamento de José Carlos Mariátegui, as lutas dos mineiros na Bolívia etc. Esses artigos foram escritos por jornalistas e pesquisadores, como Gilberto Maringoni, Nilton Viana, Mário Maestri, Mergulhão Ruas, Pedro Carrano, Claudia Korol, Carolina Ojeda, Beto Almeida e outros colaboradores. O objetivo do material é possibilitar conhecer melhor a história dos nossos vizinhos, contribuindo para uma integração cada vez maior entre os países do continente.

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Jornal O Cidadão, da Maré, promove curso de formação em mídia comunitária

De 3 de agosto a 26 de outubro será realizado o 2º Curso de Comunicação Comunitária do jornal O Cidadão, da Maré. O objetivo é incentivar os moradores da região e de outras localidades a produzirem sua própria comunicação, que tenha o povo como protagonista e que faça disputa com os meios tradicionais. Além de aulas teóricas sobre o que é comunicação comunitária e história dos direitos humanos, haverá também aulas práticas, como redação, entrevistas, linguagens, diagramação, novas mídias etc. A inspiração vem do Curso de Comunicação Popular do NPC, que neste ano está em sua sétima edição. Saiba mais.

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Professores de Sergipe produzem programas de rádio

Nos dias 15 e 16 de julho foi realizado o 4º Seminário de Comunicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Na ocasião, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe (Sintese) apresentou sua experiência de comunicação sindical em rádios. É o projeto A Hora da Verdade, que mobiliza professores filiados ao sindicato na produção de programas radiofônicos para divulgar as demandas da categoria e também ampliar a voz dos movimentos sociais. A partir de um curso de formação, os professores sergipanos se organizam e montam seus próprios núcleos de produção de matérias. O programa A Hora da Verdade vai ao ar aos sábados, das 7h às 9h, nos municípios de Aracaju, Aquidabã, Neópolis, Japoatã, Itabaiana e Lagarto/SE. Saiba mais.

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Vito Giannotti comenta a cobertura da mídia sobre as manifestações

Em sua última viagem a Santa Catarina, em julho, o coordenador do NPC, Vito Giannotti, deu entrevista ao programa Justiça do Trabalho na TV, produzido pelo Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina. Ele comenta a cobertura que a mídia empresarial tem feito sobre as manifestações que tomaram as ruas do país em junho. “A mídia empresarial é contra as manifestações, contra o povo na rua. Ela não noticia ou noticia de maneira distorcida. No início das manifestações ela fez isso, como sempre. Só que quando percebeu que essas manifestações estavam continuando e tomando um vulto maior do que qualquer um podia imaginar, eles reviram a posição”, lembra Vito. Ele afirma que a mídia empresarial continua rejeitando o fato de o povo estar na rua, mas parou de mostrar ódio e agora fala dos manifestantes, mostra os cartazes que interessam a ela e, sobretudo, não mostram a repressão policial. Assista!

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