Autor: Luisa Vieira

Correa mostra ‘mão suja’ da Chevron, que continua negando crime no Equador

O presidente do Equador, Rafael Correa, esteve na província de Sucumbíos, na Amazônia, onde a petrolífera norte-americana Chevron deixou piscinas de petróleo e outras substâncias tóxicas após operação autorizada pelo governo militar entre 1964 e1992. A empresa foi condenada a pagar US$ 19 bilhões em indenizações pela catástrofe ambiental, mas ainda não pagou. As informações são da Rede Brasil Atual.

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Acervo disponibiliza obras de Paulo Freire para download

No dia 19 de setembro completaram-se 92 anos do nascimento de Paulo Freire. Este grande educador brasileiro nos deixou lições inesquecíveis no campo da EDUCAÇÃO LIBERTÁRIA. Entendia a educação como um caminho importante para a transformação do mundo, valorizava sempre a autonomia e liberdade dos educandos e criticava uma educação voltada à reprodução do conhecimento. “Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”, acreditava. Para divulgar seu pensamento, o Instituto Paulo Freire disponibiliza, na internet, várias de suas obras. Para conferir, clique aqui.

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Documentário “Conflito” retrata uma mobilização de cortadores de cana de SP

O filme “Conflito” registra uma greve de 400 trabalhadores de uma usina do agronegócio canavieiro no interior do estado de São Paulo. A paralisação ocorreu no final da safra de 2011 e durou sete dias. A mediação entre os cortadores e usineiros foi feita por dirigentes sindicais e procuradores do trabalho. Para contar essa história, foram feitas imagens e entrevistas no dia da Assembleia dos trabalhadores. Também compõem o vídeo imagens captadas em celulares pelos grevistas, que filmaram todos os dias da mobilização. O que os trabalhadores denunciavam? Como compreender essa mobilização? Quais foram as suas conquistas? Essas são algumas questões retratadas nesse belo documentário. O diretor do filme, Beto Novaes, dará uma oficina no 19º Curso Anual do NPC sobre Cinema e Saúde do Trabalhador. Assista!

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Por Mãe Stella de Oxóssi, que assumiu a Cadeira nº 33 da Academia de Letras da Bahia

“Não sou uma literata ‘de cátedra’, não conheço com profundidade as nuanças da língua portuguesa. O que conheço da nobre língua vem dos estudos escolares e do hábito prazeroso de ler. Sou uma literata por necessidade. Tenho uma mente formada pela língua portuguesa e pela língua yorubá. Sou bisneta do povo lusitano e do povo africano. Não sou branca, não sou negra. Sou marrom. Carrego em mim todas as cores. Sou brasileira. Sou baiana. A sabedoria ancestral do povo africano, que a mim foi transmitida pelos ‘meus mais velhos’ de maneira oral, não pode ser perdida, precisa ser registrada. Não me canso de repetir: o que não se registra o tempo leva. É por isso e para isso que escrevo. Compromisso continua sendo a palavra de ordem.”

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Por Fernando Molica, jornalista e escritor

“Ao insistir em chamar favela por algum apelido, a sociedade busca um jeito de evitar o constrangimento gerado pela pobreza crônica e revela sua pouca vontade de transformar a situação de tantas e tantas pessoas. Com o uso de palavras mais bonitas, tenta chutar a favela para bem longe”.

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