Obama procurando Snowden
Por Carlos Latuff
consulte Mais informaçãoNo mês passado foi lançado no Rio de Janeiro o CD “Siqueira Entre Nós”, primeiro álbum do chorão e integrante da Velha Guarda da Mangueira, José de Alcântara Siqueira. O músico de 75 anos tem mais de 450 composições, tocou com última formação da banda de Pixinguinha e já acompanhou grandes artistas, como Beth Carvalho, Jamelão, Alcione, Nelson Gonçalves entre vários outros. Muitos já tinham prometido ajudar Siqueira a fazer um registro de sua obra autoral, mas foi o jovem músico Wellington Monteiro, junto com o amigo Pedro Cantalice, que conseguiu reunir cerca de 70 colegas músicos e juntar dinheiro para concretizar o sonho de Siqueira. Todas as músicas do CD são do “mestre” Siqueira, como o produtor musical Wellington Monteiro gosta de chamar. O disco conta com participação de Dirceu Leite, Nilze Carvalho, Ronaldo do Bandolim e várias outras feras. Para Siqueira, o CD tem a finalidade de contribuir para a cultura. “Nós que tocamos choro, vivemos choro, respiramos choro temos que fazer isso sim porque senão a música acaba. Eu já fiz a minha parte, dei minha contribuição”, diz. Confira a entrevista completa com Siqueira e Wellington. | [Por Arthur William e Marina Schneider]
consulte Mais informaçãoSobre as manifestações de junho de 2013 já foram escritas milhares de páginas. Nos próximos anos haverá mais, muito mais. Um dos principais temas serão as lições a tirar destes fatos. Poderíamos enumerar umas trocentas. Todas são úteis e necessárias, mas eu me amarro em uma. Uma que para mim é fundamental. Eu a chamaria “A mãe de todas as lições”. E esta mãe se chama: Necessidade de nós, esquerda, termos nossa comunicação para disputar com nossos inimigos de classe: os patrões e o bloco hegemônico que eles aglutinam. O nome correto, bem elaborado e teoricamente aceito em qualquer escola é outro: comunicação contra hegemônica ou comunicação para disputar a hegemonia. Tudo isso significa uma comunicação que informe e forme politicamente e ideologicamente os trabalhadores, a tal “massa” que para nós de esquerda é o instrumento da nossa ação e o objetivo único da nossa luta. | Continue lendo. | [Por Vito Giannotti]
consulte Mais informaçãoO povo brasileiro não morre de paixão por leitura. Sabemos. Há mais livrarias numa rua de Montevidéu do que em meia dúzia de estados brasileiros. O que muitos não sabem é que aumenta a distribuição de jornais gratuitos, distribuídos em grandes cidades em estações de trem, metrô e ônibus. Os mais conhecidos são Metro e Destak. E, veja só, o povão lê. Por que? Podemos fazer teses e mais teses sobre isso, mas o fato é que são lidos. No Rio de Janeiro, há dois meses iniciou a publicação de um jornal semanal: Brasil de Fato-RJ. A tiragem está perto de 100 mil exemplares semanais. E milagre: é lido por gente que raramente tinha pego um jornal na mão. O porquê tem muitas explicações. Jornal leve, artigos curtos, muitas fotos e assuntos interessantes para seu público. É distribuído de mãos em mãos em estações de barcas, trens e metrô. E chega a algumas escolas, sindicatos e movimentos. De quem é? Da mesma frente que faz o Brasil de Fato nacional. E é pago por sindicatos e movimentos que o apoiam. Tá no começo, mas promete.| [Por Vito Giannotti-NPC]
consulte Mais informaçãoO Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) regional de Niterói realiza nos dias 6 e 7 de julho seu III Encontro Preparatório ao Encontro Nacional de Comunicação. No primeiro dia haverá uma discussão sobre a conjuntura e disputa de hegemonia. Já no domingo, será realizado um debate sobre o plano de comunicação do Andes-SN e experiências da comunicação sindical. Haverá também a mesa “Organização dos Trabalhadores e Comunicação Alternativa”, com participação da coordenadora do NPC, Claudia Santiago, e do jornalista multimídia Arthur William. A democratização da comunicação e a necessidade de um novo marco legal para a mídia fecham o dia de debates. O encontro acontece na Associação dos Docentes da UFF, em Niterói-RJ.
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