FIAT: A classe operária vai no Inferno
[Por Achille Lollo] Vivendo um clima político que faz lembrar os vexames do Administrador delegado Vittorio Valletta, na década de cinquenta, os operários da FIAT de Turim e de Pomigliano voltaram a ser as vitimas de um projeto industrial que para dar certo exige: 1) Destruir a representatividade sindical da FIOM e da CGIL ; 2) Flexibilizar todo o ciclo de trabalho em 100%; 3) Reverter e minimizar os direitos trabalhistas adquiridos com o Estatuto dos Trabalhadores, 4) Recuperar financeiramente o ônus da baixa competitividade qualitativa com o rebaixamento do custo de toda a força de trabalho empregada; 5) Impor a chantagem econômica para quebrar a autonomia politica da classe operaria; 6) Finalizar o processo de domesticação dos sindicatos e dos políticos da oposição de centro-esquerda
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