Luta contra de despejo de comunidades em Belo Horizonte
Publicado em 17.02.11
consulte Mais informaçãoPublicado em 17.02.11
consulte Mais informação[Publicado em 17.02.11 – Por Celso Vicenzi*] A revolução popular no Egito, que derrubou o ditador Hosni Mubarak e seu vice, Omar Suleiman, tem sido saudada como uma vitória das novas tecnologias, pelo papel que twitter, facebook e outras ferramentas tecnológicas de última geração desempenharam na comunicação entre os manifestantes. No entanto, a grande lição dessa vitória popular é uma só: a revolução se faz nas ruas. Foi assim também na Tunísia, onde o ex-presidente Zine El Abidine Ben Ali, no poder há 23 anos, teve que fugir do país após uma onda de protestos.
consulte Mais informação[Publicado em 17.02.11 – Por João Peres, Rede Brasil Atual] Durante debate no Sindicato dos Bancários de São Paulo, ministro das Comunicações indica ainda que quer banda larga no programa de metas de universalização.
consulte Mais informaçãoPublicado em 17.02.11 – Por João Peres, Rede Brasil Atual
consulte Mais informação[Por Sindicato Químicos Unificados] Internet mostra sua força e tem papel central em protesto ao redor do mundo. As imagens de milhares de pessoas protestando por melhores condições de vida nas ruas e praças da Tunísia e depois milhões no Egito surpreenderam os governos e as pessoas nos países ocidentais, principalmente os Estados Unidos e a Europa. Os governos ocidentais não enxergaram a crescente insatisfação na região e foram pegos de surpresa pela Revolução de Jasmim, como ficou conhecida a revolta que após 23 anos de regime autoritário na Tunísia derrubou do poder o ditador Ben Ali. Pela primeira vez os meios digitais tiveram papel central na derrubada de um governo.
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