Primavera Silenciosa é relançado no Brasil
Publicado em 29.06.2010
consulte Mais informação[Por Maria do Socorro Castelo Branco] “A única luta que se perde é a que se abandona”. Esta frase estava estampada na camiseta e é o lema da vida de Criméia Alice Schmidt de Almeida. Ela foi companheira e é a mãe do único filho de André Grabois. No início dos anos 1970, durante as operações comandadas pelas Forças Armadas Brasileiras para reprimir a Guerrilha do Araguaia, no Sul do Estado do Pará, ela foi seqüestrada pelo Exercito e André desapareceu. Desde então, Criméia participou de várias campanhas, expedições à região e ações judiciais na esperança de esclarecer o desaparecimento do companheiro.
consulte Mais informação[Por Claudia Santiago] Em “Liberdade de Expressão X Liberdade de Imprensa” Venício Lima traça um panorama do desenvolvimento destes dois conceitos na Europa e nos Estados Unidos.
Nesta entrevista, ele afirma que o Brasil descumpre a Constituição ao permitir que os meios de comunicação social sejam objetos de monopólio ou oligopólio.
[Por Renato Rovai/ Fórum] Em tese, estabelecer as diferenças entre liberdade de expressão e liberdade de imprensa não seria uma tarefa das mais difíceis. No entanto, interesses econômicos de grandes grupos midiáticos conduzem o debate de forma deliberada para a confusão entre os dois termos, tidos como sinônimos quando não o são. Esse tema e todas suas implicações norteiam o livro lançado por Venício A. de Lima, Liberdade de Expressão X Liberdade de Imprensa – Direito à Comunicação e Democracia (Publisher Brasil). Na entrevista a seguir, o autor conversa sobre a obra e também fala sobre o desafio da democratização da comunicação no Brasil.
consulte Mais informação[Por Marcelo Salles/ Caros Amigos] Não restam dúvidas. Walter Lima Jr. é sujeito que tem história pra contar. Aos 71 anos, lembra com clareza de fatos ocorridos cinquenta anos atrás, como as gravações de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, filme em que trabalhou como assistente de direção de Glauber Rocha. O passeio pelas ruas dessas cidades é o fio condutor para entender a história desse cineasta brasileiro, entusiasta da cultura cineclubista, que já realizou duas dezenas de filmes, entre eles o inovador A lira do delírio e o premiado A ostra e o vento. A conversa-passeio é apenas entrecortada por críticas ao modelo televisivo brasileiro, que está “solapando nossas trincheiras culturais”, e pelas duras lembranças da ditadura civil-militar de 1964, que o deixou preso por 50 dias. Conversando com o professor Walter se aprende, com gosto, sobre cinema, história e política. [23/06/10]
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