“É tudo mentira”. A frase que dá nome ao filme está na boca dos próprios personagens retratados. São homens e mulheres da cidade de Cumbe, no Ceará, que falam e mostram a degradação da região – uma colônia de pescadores – causada pela indústria do camarão, prática conhecida como Carcinicultura.  

As imagens impressionam pelos estragos causados na vegetação natural, assim como pela certeza dos moradores de que a empresa responsável pela prática na região só trouxe malefícios. A intenção deles é a de alertar a comunidade de pescadores da cidade de Caravelas, na Bahia, onde a indústria também pretende se instalar, para que não aceitem tal proposta.

O documentário é uma produção da EJF (Enviroment Justice Foundation).