Qual não foi a minha surpresa quando dias após li na Folha de S. Paulo um artigo dele sobre a nossa conversa (minha e de Niemeyer) com um desenho de sua autoria: duas montanhas uma das quais encimada por uma cruz. E lá dizia: ´descendo a serra de Petrópolis, eu que não creio, rezava ao Deus de Frei Boff, para que aqueles benefícios que Cuba realizou para o seu povo, chegassem também, um dia, ao povo brasileiro´.