Ari Libânio Júnior, de 41 anos, funcionário há 16 anos da empresa papeleira Klabin, unidade de Angatuba (SP), morreu às 6h30 da manhã do dia 8 de novembro, quando foi esmagado pelo cilindro da máquina de papel e, em seguida, teve o corpo esquartejado pela máquina de corte. Ari era casado, pai de dois filhos. Segundo denúncia do Sindicato dos Papeleiros de Sorocaba e Região, ele vinha sendo obrigado a trabalhar 12 horas diárias. No dia do acidente, Ari entrou no trabalho às 4 horas e a jornada iria até as 16 horas. O horário normal de entrada seria às 6 horas.

(Boletim da CNQ-CUT)