Houve um jornal que já se jactou de dizer que “só tinha o rabo preso com o leitor”. Era importante essa afirmação, para se livrar de um passado em que a empresa teve vínculos com a Operação Bandeirantes conforme denúncias contidas no livro “Cães de guarda: jornalistas e censores, do AI-5 à Constituição de 1988” (Editora Boitempo) -, além de ter participado ativamente no coro que pregou o golpe militar para interromper o processo democrático brasileiro e o mandato de um presidente que exercia legitimamente seu cargo, apoio que se estendeu conforme os editoriais e a atitude tomada diante da repressão à ditadura militar.